terça-feira, 6 de agosto de 2024

📉 Redução nas Prestações da Casa em Agosto

Em agosto, as prestações das casas vão baixar novamente, sendo a maior redução para os contratos indexados à Euribor a 12 meses 📅💶.


Fazendo algumas simulações chegamos aos seguintes valores:

Para um empréstimo de 150 mil euros a 30 anos 📊, indexado à Euribor a 12 meses com um spread de 1%, a prestação mensal será de 762,35 euros, uma descida de 56,6 euros em relação a agosto de 2023 📉🔻.

Nos empréstimos indexados à Euribor a seis meses, a prestação será de 772,92 euros, menos 22,4 euros que em fevereiro 📆📉.

Para os contratos indexados à Euribor a três meses, a prestação de agosto será de 776,6 euros, uma redução de 18,12 euros comparado a maio 📅💸.

Estes valores são baseados na média da taxa Euribor em julho: 3,644% a seis meses, 3,685% a três meses e 3,526% a 12 meses 📊📉.

Desde o início do ano, as prestações têm diminuído à medida que os contratos são renovados 🔄📉. A queda das Euribor começou devido à expectativa de cortes nas taxas do Banco Central Europeu (BCE), que em junho reduziu em 25 pontos base as três taxas de juro diretoras 📉🏦.

Em julho, o BCE manteve as taxas de juro: 4,25% para refinanciamento, 4,50% para cedência de liquidez e 3,75% para depósitos 🏦📊.

#habitação #créditoàhabitação #prestações #comprarcasa #prestaçãodacasa #juro #euribor #euribor2024

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Presidente promulga isenção de pagamento de registos para jovens na compra da primeira casa

O Presidente da República promulgou hoje o decreto-lei do Governo que estabelece a isenção de pagamento de registos para jovens até aos 35 anos que estejam a comprar a primeira casa.

“O Presidente da República promulgou o diploma do Governo que estabelece isenções e reduções de emolumentos devidos pelo registo da primeira aquisição, por jovens com idade igual ou inferior a 35 anos, de imóvel destinado a habitação própria e permanente e pelo registo da hipoteca que se destine a garantir o mútuo concedido para aquela aquisição”, lê-se numa nota divulgada na página oficial da Presidência da República.

                                              Foto: Google

Em causa está um decreto-lei do Governo que prevê que os jovens até aos 35 anos que se preparam para comprar a primeira habitação não tenham de pagar os registos na compra de casa até 316.772 euros.

A isenção destes emolumentos está prevista num projeto de decreto-lei a que a Lusa teve acesso, abrangendo casas cujo valor patrimonial tributário (VPT) que não exceda os 316.772 euros.

Se a compra da primeira habitação for feita com recurso a empréstimo (o que exige registo da correspondente hipoteca), a poupança ascende a 450 euros. Não havendo necessidade de hipoteca, o valor que deixam de pagar com os registos será de 225 euros.

Esta isenção, segundo detalha o projeto de diploma, contempla o registo "da primeira aquisição" onerosa de imóvel destinado exclusivamente a habitação própria e permanente "cujo valor patrimonial tributário não exceda 316.772 euros a favor de sujeitos passivos que tenham idade igual ou inferior a 35 anos à data da transmissão".

Cumpridas estas condições, há também lugar a isenção de emolumentos com o registo da hipoteca.

Este diploma acresce à isenção de pagamento de IMT e de Imposto do Selo na compra da primeira casa de habitação por jovens até aos 35 anos, que foi apresentado pelo Governo e já promulgado pelo Presidente da República, e que deverá começar a ser aplicado a partir de 1 de Agosto, data indicada pelo Governo quando a medida foi aprovada em Conselho de Ministros.

Fonte: LUSA/DI; www.diarioimobiliario.pt

 

#Habitação #compradecasa #comprarcasa #habitaçãojovem #isençãoimt #imobiliáriamotivocerto


segunda-feira, 22 de julho de 2024

Juros para o Crédito Habitação voltam a descer para 4,513% em junho de 2024

 As taxas de juro nos novos empréstimos para compra de casa estão a baixar há 8 meses seguidos, o que significa que as prestações mensais das casas também estão a descer, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).


Em junho, a taxa de juro dos empréstimos para compra de casa em Portugal caiu pelo quinto mês consecutivo, atingindo 4,513%. Esta é uma boa notícia para quem já tem um empréstimo e está a pagar prestações ao banco. Quem pediu um empréstimo para compra de casa entre abril e junho conseguiu uma taxa de juro ainda mais baixa, de 3,729%, de acordo com os dados do INE divulgados na sexta-feira. A descida da Euribor (taxa de juro de referência na Europa) ajuda a explicar esta queda nas taxas de juro.

O INE explicou que a taxa de juro média dos empréstimos para compra de casa desceu para 4,513% em junho, menos 0,043% em relação a maio. Desde janeiro de 2024, a taxa de juro total caiu 0,144%.

Para os empréstimos destinados à compra de habitação, que são a maioria dos empréstimos para casa, a taxa de juro desceu para 4,474% em junho, menos 0,044% comparado com maio.

Em média, a prestação mensal da casa foi de 404 euros em junho, igual ao mês anterior. A prestação mensal inclui:

  • 159 euros para pagar o capital do empréstimo (39%)
  • 245 euros para pagar os juros (61%)

Embora a prestação mensal média seja 11,9% mais alta do que há um ano, quando era de 361 euros, a maior parte do aumento deve-se aos juros.

O valor médio do capital em dívida subiu 355 euros em junho de 2024, ficando em 66.279 euros.


Novos empréstimos com juros ainda mais baixos

A queda da Euribor e a preferência por empréstimos a taxas mistas mais baixas têm ajudado a reduzir as taxas de juro nos novos empréstimos para compra de casa.

Nos últimos três meses, a taxa de juro desceu pelo oitavo mês consecutivo, passando de 3,845% em maio para 3,729% em junho, uma redução acumulada de 0,651% desde outubro de 2023.

Para empréstimos destinados à compra de casa, as taxas de juro caíram também há oito meses seguidos, fixando-se em 3,706% em junho, menos 0,12% comparado com maio.

Estas descidas nas taxas de juro têm resultado em prestações mensais mais baixas. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação mensal média desceu 6 euros em relação ao mês anterior, para 597 euros em junho, uma queda de 2,0% face ao mesmo mês do ano anterior.

Entre abril e junho, o montante médio em dívida foi de 125.942 euros, mais 1.426 euros do que em maio.


Fonte: Idealista/news

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Novidade Janeiro 2023 - CASA DE BANCO - T3 na Agualva, Sintra. Perto da Igreja Santa Maria.

 CASA DE BANCO.

Possibilidade de Financiamento a 100%

*BREVEMENTE MAIS FOTOS.

Apartamento de 4 assoalhadas com área bruta privativa 100 m² e área bruta dependente 26 m² é composto por; Sala, Cozinha, Despensa, Hall, 3 quartos e 2 Casas de Banho.

Este imóvel dispõe de uma arrecadação, inserido em prédio de 4 pisos.

Localizado em habitacional e bem servida de todo comércio local, perto dos Bombeiros, Igreja de Santa Maria e em frente ao Mercado.



sexta-feira, 2 de julho de 2021

 T3 na Urbanização Cabeço da Fonte, Algueirão. Sala com lareira e recuperador de calor. Arrecadação



Apartamento de 4 assoalhadas, com amplas áreas e vista para a serra de Sintra.

Este imóvel dispõe de aquecimento eléctrico com acumuladores de calor , varandas e uma arrecadação no sótão com 10 m².

É um 3º andar inserido em prédio sem elevador de 3 pisos.

Localizado em zona tranquila e familiar, com comércio local, serviços, espaços verdes, escolas e próximo da estação de comboios.




Apartamento de 4 assoalhadas, com amplas áreas e vista para a serra de Sintra.

Este imóvel dispõe de aquecimento eléctrico com acumuladores de calor , varandas e uma arrecadação no sótão com 10 m².

É um 3º andar inserido em prédio sem elevador de 3 pisos.

Localizado em zona tranquila e familiar, com comércio local, serviços, espaços verdes, escolas e próximo da estação de comboios.


Clique no seguinte link para mais informações:

http://motivo-certo.pt/imovel/t3-na-urbanizacao-cabeco-da-fonte-algueirao-sala-com-lareira-e-recuperador-de-calor-arrecadacao/18638216


#motivocerto  #imobiliariamotivocerto  

segunda-feira, 17 de maio de 2021

O banco financia 90% do valor de venda da casa que quero comprar, ou apenas 85%?

 O banco financia 90% do valor de venda da casa que quero comprar, ou apenas 85%?

Com alguma frequência sou confrontado pelos meus clientes compradores sobre esta questão. Afinal qual é a percentagem que o banco financia. E a verdade é que os 2 valores podem estar correctos.

Ou seja, a resposta está sempre relacionada e dependente de um parâmetro que não controlamos: A AVALIAÇÃO DO IMÓVEL

Por indicação do Banco de Portugal, os bancos obrigatoriamente só podem financiar o menor destes 2 valores:

85% do valor da avaliação

Ou

90% do valor da venda

Vou apresentar 2 exemplos práticos, para tentar ser mais explícito:

Exemplo 1:

Valor de venda de um imóvel: 100.000 € x 90% = 90.000 €  

Valor de avaliação: 100.000 € x 85% = 85.000 €  

O menor destes valores é o 2º. Logo, neste caso o valor de financiamento irá ser no máximo de 85.000 €, ou seja 85%

Exemplo 2:

Valor de venda de um imóvel: 100.000 € x 90% = 90.000 €  

Valor de avaliação: 115.000 € x 85% = 97.750 €  

O menor destes valores é o 1º. Logo, neste caso o valor de financiamento irá ser no máximo de 90.000 €, ou seja 90%.

A minha sugestão é: Preparem-se para o pior, mas esperem o melhor.

Ou seja, quando decidirem avançar para a compra da vossa casa, façam as vossas contas para o facto de terem de dar de entrada um valor máximo de 15%. Se a avaliação do imóvel correr bem, então vão ter uma agradável surpresa.

PS: Não se esqueçam de providenciar o dinheiro referente às despesas de aquisição, para além do valor do sinal.


Mem Martins, 17 de Maio de 2021

Vitor Rodrigues

Consultor Imobiliário 


#motivocerto #imobiliáriamotivocerto #vitorrodrigues

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Comprar casa de banco em 2021, é possível?

 Uma das perguntas que tenho recebido bastante nas últimas semanas é esta. É possível comprar uma casa de banco em 2021?


Esta é uma excelente pergunta. E a resposta é: Cada vez está mais difícil. 

Desde à alguns anos que a banca tem feito esforços muito grandes com o objectivo de se desfazerem das carteiras de imóveis. E além das vendas directas que os bancos têm feitas, as instituições bancárias têm dado preferência à venda destas carteiras de uma vez só a fundos de investimento imobiliário. Com esta estratégia, os bancos recuperam menos dinheiro, ou seja, vendem os imóveis mais baratos, mas ao mesmo tempo "vêem-se livre" de um conjunto grande de imóveis de uma vez só, incluindo os bons imóveis e os menos bons.

Isto teve como consequência, uma diminuição drástica nos stocks de imóveis na carteira dos bancos. E esta diminuição, conjugada com uma procura cada vez maior por parte dos particulares em comprar imóveis da banca, teve como consequência uma deturpação dos pressupostos, ou seja.

Por causa da existência de uma oferta diminuta e uma procura muito grande, quando surge no mercado uma casa de banco, os potenciais compradores são tantos, que estes para tentarem ficar com o imóvel fazem ofertas de valor superior ao valor da venda, ficando com o imóvel, o cliente que fez a oferta de maior valor.

Como os bancos só podem financiar os 100% até ao valor da venda, o valor que o comprador ofereceu acima deste valor de venda não pode ser financiado. Como consequência, o comprador tem de ter esta poupança para fazer face a esta diferença, ou endividar-se junto de um familiar ou amigo, ou através de um crédito pessoal.  

Tendo em conta o exposta, é minha opinião que hoje é mais fácil comprar casa de um particular (e sugiro que seja feito através de uma agência imobiliária da sua confiança), do que ter a espectativa de conseguir comprar uma casa de banco.

Mem Martins, 12 de Maio de 2021

Vitor Rodrigues

Consultor Imobiliário 


#motivocerto #imobiliáriamotivocerto #vitorrodrigues