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segunda-feira, 17 de maio de 2021

O banco financia 90% do valor de venda da casa que quero comprar, ou apenas 85%?

 O banco financia 90% do valor de venda da casa que quero comprar, ou apenas 85%?

Com alguma frequência sou confrontado pelos meus clientes compradores sobre esta questão. Afinal qual é a percentagem que o banco financia. E a verdade é que os 2 valores podem estar correctos.

Ou seja, a resposta está sempre relacionada e dependente de um parâmetro que não controlamos: A AVALIAÇÃO DO IMÓVEL

Por indicação do Banco de Portugal, os bancos obrigatoriamente só podem financiar o menor destes 2 valores:

85% do valor da avaliação

Ou

90% do valor da venda

Vou apresentar 2 exemplos práticos, para tentar ser mais explícito:

Exemplo 1:

Valor de venda de um imóvel: 100.000 € x 90% = 90.000 €  

Valor de avaliação: 100.000 € x 85% = 85.000 €  

O menor destes valores é o 2º. Logo, neste caso o valor de financiamento irá ser no máximo de 85.000 €, ou seja 85%

Exemplo 2:

Valor de venda de um imóvel: 100.000 € x 90% = 90.000 €  

Valor de avaliação: 115.000 € x 85% = 97.750 €  

O menor destes valores é o 1º. Logo, neste caso o valor de financiamento irá ser no máximo de 90.000 €, ou seja 90%.

A minha sugestão é: Preparem-se para o pior, mas esperem o melhor.

Ou seja, quando decidirem avançar para a compra da vossa casa, façam as vossas contas para o facto de terem de dar de entrada um valor máximo de 15%. Se a avaliação do imóvel correr bem, então vão ter uma agradável surpresa.

PS: Não se esqueçam de providenciar o dinheiro referente às despesas de aquisição, para além do valor do sinal.


Mem Martins, 17 de Maio de 2021

Vitor Rodrigues

Consultor Imobiliário 


#motivocerto #imobiliáriamotivocerto #vitorrodrigues

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Comprar casa de banco em 2021, é possível?

 Uma das perguntas que tenho recebido bastante nas últimas semanas é esta. É possível comprar uma casa de banco em 2021?


Esta é uma excelente pergunta. E a resposta é: Cada vez está mais difícil. 

Desde à alguns anos que a banca tem feito esforços muito grandes com o objectivo de se desfazerem das carteiras de imóveis. E além das vendas directas que os bancos têm feitas, as instituições bancárias têm dado preferência à venda destas carteiras de uma vez só a fundos de investimento imobiliário. Com esta estratégia, os bancos recuperam menos dinheiro, ou seja, vendem os imóveis mais baratos, mas ao mesmo tempo "vêem-se livre" de um conjunto grande de imóveis de uma vez só, incluindo os bons imóveis e os menos bons.

Isto teve como consequência, uma diminuição drástica nos stocks de imóveis na carteira dos bancos. E esta diminuição, conjugada com uma procura cada vez maior por parte dos particulares em comprar imóveis da banca, teve como consequência uma deturpação dos pressupostos, ou seja.

Por causa da existência de uma oferta diminuta e uma procura muito grande, quando surge no mercado uma casa de banco, os potenciais compradores são tantos, que estes para tentarem ficar com o imóvel fazem ofertas de valor superior ao valor da venda, ficando com o imóvel, o cliente que fez a oferta de maior valor.

Como os bancos só podem financiar os 100% até ao valor da venda, o valor que o comprador ofereceu acima deste valor de venda não pode ser financiado. Como consequência, o comprador tem de ter esta poupança para fazer face a esta diferença, ou endividar-se junto de um familiar ou amigo, ou através de um crédito pessoal.  

Tendo em conta o exposta, é minha opinião que hoje é mais fácil comprar casa de um particular (e sugiro que seja feito através de uma agência imobiliária da sua confiança), do que ter a espectativa de conseguir comprar uma casa de banco.

Mem Martins, 12 de Maio de 2021

Vitor Rodrigues

Consultor Imobiliário 


#motivocerto #imobiliáriamotivocerto #vitorrodrigues

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Bancos antecipam diminuição da procura de crédito para comprar casa

A procura de crédito para comprar casa deverá diminuir no segundo trimestre deste ano, tendo já recuado nos primeiros três meses de 2013, segundo um inquérito feito pelo Banco de Portugal (BdP) a cinco grupos bancários.



O Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito, em que o BdP interroga os bancos sobre a situação verificada no primeiro trimestre de 2013 e sobre as perspetivas que têm para o trimestre em curso, as instituições financeiras indicam que não anteveem «quaisquer alterações no caso dos empréstimos para consumo e outros fins».

No primeiro trimestre deste ano, os bancos registaram uma queda da procura de crédito para comprar casa, mas uma «relativa estabilização» da procura de crédito ao consumo e outros fins.

As instituições financeiras justificaram a redução da procura de crédito pelos particulares com a «diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração das perspetivas para o mercado da habitação e a retração nas despesas de consumo de bens duradouros».

A Lusa acrescenta que o Banco de Portugal inquiriu também os bancos sobre o impacto da situação dos mercados financeiros no seu acesso a financiamento, concluindo que «o acesso dos bancos ao mercado através das habituais fontes de financiamento de retalho e por grosso permaneceu, em geral, inalterado no primeiro trimestre de 2013».

No entanto, os bancos reportaram uma «ligeira melhoria» no que se refere aos depósitos de longo prazo e outros instrumentos de financiamento a retalho, bem como em relação aos títulos de dívida de médio e longo prazo.

A instituição liderada por Carlos Costa interrogou ainda os bancos sobre o impacto da crise de dívida nas suas condições de financiamento, sendo que «a generalidade dos bancos não reportou alterações significativas nas suas condições de financiamento, nos critérios de concessão de crédito ou nos 'spreads' aplicados» ao longo do primeiro trimestre.

O banco central refere que, no geral, a perceção dos bancos indica que as condições monetárias e financeiras da economia «permaneceram consideravelmente restritivas» entre Janeiro e Março deste ano, mas salvaguarda que não se agravaram face ao trimestre anterior.

Apesar de as instituições financeiras apontarem que os critérios de concessão de crédito e as condições aplicadas aos empréstimos a empresas e a particulares permaneceram «praticamente inalterados», foi identificada «uma ligeira diminuição da restritividade no que se refere aos empréstimos ou linhas de crédito a pequenas e médias empresas (PME)».

Fonte: TVI24
www.motivo-certo.pt

sábado, 20 de abril de 2013

Investir em imobiliário ainda rende mais que comprar ações

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Investir em imobiliário em Portugal ainda é mais rentável e tem um risco mais controlado que comprar ações ou obrigações, principalmente se for a longo prazo, ou seja, a partir dos dez anos. A conclusão é do índice de 2013 do Investment Property Databank (IPD), uma base de dados que em Portugal conta com 921 ativos avaliados em mais de oito mil milhões de euros.
                                                

De acordo com este documento, hoje divulgado, investir em ações dá um retorno de cerca de 3,5% com uma volatilidade de 26%, enquanto que o imobiliário dá um retorno de 6% com uma risco de quase 26%.

O retalho, ou seja, as lojas e os centros comerciais continuam a ser os ativos com melhor rentabilidade, quase 7%, mas com um risco de 9%. Seguem-se os escritórios, que apesar de menos rentáveis no longo prazo tem uma volatilidade bem mais baixa, de cerca de 2,5%.

Aliás, o retalho registou em 2012 um dos melhores desempenhos dos últimos 13 anos, reparou um dos responsáveis do IPD Portugal, Luís Francisco. Segundo este estudo, o retalho teve um retorno só das rendas de cerca de 6,5%. Já os escritórios tiveram o comportamento exactamente oposto, com um retorno de rendas da ordem dos 5,2% e um dos níveis mais baixos dos últimos 13 anos.

Aliás, de acordo com um dos responsáveis do IPD na Europa, Olivier Mége, o facto do imobiliário ser mais rentável que as ações é só mesmo a longo prazo, uma vez que em 2012, as ações tiveram um melhor rendimento. Tendo em conta os dados do IPD apresentados hoje, o retorno imobiliário em geral foi de apenas 0,8% enquanto o das ações chegaria perto dos 3%.


Fonte: www.dinheirovivo.pt
www.motivo-certo.pt
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Apartamento T2, na Tapada das Mercês - Excelente Oportunidade

Apartamento estimado, próximo de escolas e da estacão da CP.


Hall de 6,72 m2, tecto falso.
Sala de 20 m2,pavimento em cerâmico e uma varanda comum a um dos quartos de 1,5 m2.


Cozinha de 11 m2, móveis lacados a branco, bancada em granito e uma despensa de 1 m2.


 Quartos de 11 m2 e 14 m2, roupeiros de 2 e 3 portas, pavimentos em lamparquet



 Casa Banho de 4,80 m2, móvel, lavatório e banheira.
Hall de quartos de 4,5 m2.
Arrecadação.

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http://www.youtube.com/watch?v=znyDupvXZGM

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Apartamento T2 novo, em Barcarena

Apartamento novo com excelentes acabamentos, pré-instalação de ar condicionado, vidros duplos, video porteiro e porta blindada.
Sala de 21 m2, pavimento em flutuante.


Cozinha totalmente equipada e bancada em granito.
Despensa de 1 m2.

Casa Banho de 4 m2,móvel, lavatório, banheira com coluna de hodromassagem e resguardo.
Hall de 8 m2, pavimento em flutuante.
Corredor de 6 m2, roupeiro de 2 portas.
Quartos de 11 m2 e 12,54 m2, roupeiro de 2 portas, pavimento em flutuante e  varanda comum.
Arrecadação no sótão.
Parqueamento para 1 carro.

Poderá consultar mais detalhes deste imóvel em: http://www.motivo-certo.pt/pt/detalhe.htm?RID=4183813

Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-me: Tel. 21 922 94 70