Mostrar mensagens com a etiqueta empréstimo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta empréstimo. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Taxa de juro no crédito à habitação volta a descer

casas do banco para vender, casas mem Martins, casas rio de mouro, apartamentos rio de mouro
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, em Abril, em 1,442%, diminuindo 0,006 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com a taxa observada no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos manteve-se em 260 euros em Abril, valor idêntico ao registado em Março.



Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro implícita foi 3,149%, o que representou um aumento de 0,035 p.p. comparativamente com o mês anterior.

Taxa de Juro Implícita
A taxa de juro implícita no crédito à habitação diminuiu de forma ténue em Abril, passando de 1,448% em Março para 1,442% em Abril (novo mínimo da série iniciada em Janeiro de 2009). A diminuição de 0,006 p.p. na taxa de juro face ao mês anterior foi menos intensa que a observada em Março (redução de 0,035 p.p. em relação a Fevereiro).

Nos contratos para aquisição de habitação observou-se uma diminuição, face a Março, de 0,005 p.p. para uma taxa de juro de 1,458%, tendo-se atingido, tal como para o total dos contratos, um novo mínimo da série iniciada em Janeiro de 2009.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa subiu 
Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita registou uma subida de 0,035 p.p., comparativamente com a taxa registada no mês anterior, para uma taxa de juro de 3,149%. Este foi o primeiro aumento da taxa de juro para estes contratos desde Março de 2012.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, relativos a Aquisição de Habitação, a taxa de juro implícita fixou-se em 3,109%, 0,027 p.p. acima da taxa registada em Março.

Valores das prestações mensais mantêm 

O valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor foi, em Abril, de 260 euros, mantendo o valor registado em Março.

O valor médio da prestação, para o conjunto dos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses, fixou-se nos 284 euros, novo mínimo da actual série, diminuindo 10 euros em relação ao mês anterior.

Nos contratos com destino Aquisição de Habitação, o valor médio da prestação vencida foi 268 euros, valor idêntico ao registado no mês anterior. Para este destino de financiamento, e nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação média vencida foi inferior em 10 euros à registada no mês de Março, fixando-se em 298 euros em Abril.

O valor do capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos de crédito à habitação e para os contratos com destino de financiamento Aquisição de Habitação, passou de 58.643 euros e 61.625 euros, em Março, respectivamente, para 58.520 euros e 61.495 euros, no mês de Abril.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento Aquisição de Habitação, em Abril, foi 70.366 euros (73.893 euros, em Março).

Fonte: www.diarioimobiliario.pt
www.motivo-certo.pt 
http://www.arrendaki.pt 


casas do banco para vender, casas mem Martins, casas rio de mouro, apartamentos rio de mouro

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Crédito à habitação: comissão aos bancos aumentou 8,3%

Em 2012, a comissão de processamento da prestação no crédito à habitação aumentou 8,3%, em média. Para a DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, este aumento deveria ser limitado, já que põe em risco os empréstimos contratados pelos consumidores.

comprar casa ao banco, casas para venda, casas para venda do banco, casa para venda, casas baratas para venda, apartamentos para alugar sintra, aluguer de apartamentos
A Associação explica que quem tem crédito à habitação e paga comissão de processamento de prestação, talvez não esteja consciente de quanto os aumentos anuais encarecem o seu encargo financeiro. Os especialistas do DINHEIRO & DIREITOS fez as contas e concluiu que, só no último ano, os bancos que cobram comissão de processamento a aumentaram em 8,3%, em média, um valor muito acima da inflação. “Caso aumentos desta natureza continuem a aplicar-se, os custos para o consumidor subirão também de forma considerável”, alerta a DECO.

No final de um contrato a 25 anos os compradores terá pago 750,40 euros só em comissões.

A explicação vem com um exemplo para um crédito à habitação a 25 anos, contratado em 2004 na Caixa Geral de Depósitos: se a comissão de processamento "engordar" ao ritmo do aumento médio anual registado nos últimos anos nesse banco (6,75%), no final do contrato, o cliente terá pago um total 750,40 euros. Caso esta comissão nunca aumentasse, o valor ficaria por cerca de um terço (297 euros).
“Actualmente, a legislação não impede que as instituições bancárias alterem as comissões ao longo da relação contratual, o que penaliza os clientes. A estrutura de comissões é determinante no cálculo de taxas dos créditos bancários, como a taxa anual efectiva (TAE), taxa anual efectiva revista (TAER) e taxa anual de encargos efectiva global (TAEG). Se for permitido aos bancos alterar as condições ao longo da vida do empréstimo, as taxas deixam de ser as apresentadas aquando da contratação. A comparação é falseada”, revela a associação.

Alterações de preço a meio do contrato são inaceitáveis
A DECO admite mesmo que as alterações de preço a meio do contrato são inaceitáveis. Se é certo que, num mercado concorrencial, os clientes podem mudar de banco, na prática, a mudança é muito mais complicada do que o desejável, sobretudo quando a relação envolve créditos em curso. Por um lado, porque o consumidor incorre no pagamento de comissões por reembolso antecipado, caso pretenda amortizar o seu empréstimo mais cedo. Por outro, porque, no cenário actual, com taxas de juro muito altas, dificilmente consegue transferir o seu empréstimo para outro banco sem ver o custo real do empréstimo agravado em cinco ou seis por cento.

A DECO já enviou as conclusões deste estudo à Assembleia da República, ao Ministério das Finanças e ao Banco de Portugal, pedindo a criação de um tecto nas comissões bancárias.

Fonte: www.diarioimobiliario.pt/
www.motivo-certo.pt
uma nova era no imobiliário
comprar casa ao banco, casas para venda, casas para venda do banco, casa para venda, casas baratas para venda, apartamentos para alugar sintra, aluguer de apartamentos

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Famílias estão a entregar menos casas aos bancos

Os portugueses estão a entregar menos casas aos bancos. As famílias que estão com mais dificuldades em cumprir com as prestações mensais aos bancos estão a renegociar os créditos e a conseguir manter as casas.
arrendar casas, casa para alugar em sintra, casas sintra, casas alugar, aluguer de casas, casa de bancos, comprar casas baratas, comprar casas de bancos, compro casas,


Segundo os últimos dados avançados pela APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, no primeiro trimestre de 2013 foram entregues 639 imóveis em dação em pagamento, uma quebra de 72,6% face ao período homólogo.
Luís Lima, presidente da APEMIP, revela que esta quebra se deve “pela mudança de actuação da banca junto das famílias” que passou a ter “mais sensibilidade a tratar este assunto, apostando na renegociação dos créditos como primeira opção”.

Em contrapartida, o número de promotores a entregar casas aumentou

Contudo, só o número de imóveis entregue pelas famílias portuguesas decresceu. Contrariamente a esta situação, as dações feitas por promotores imobiliários viram o número subir. “As dificuldades que os promotores imobiliários atravessam neste momento são públicas. Há cada vez mais promotores a entregar casas aos bancos, e a fecharem de seguida, por não conseguirem sobreviver”, explica Luís Lima.

Municípios de Montijo, Fafe, Vila Real, Vouzela e Portel, os que mais entregaram casas

As Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto concentraram 31% dos imóveis entregues em dação em pagamento neste primeiro trimestre, mas é nos municípios de Montijo, Fafe, Vila Real, Vouzela e Portel, que se verifica o maior aumento das dações, representando mais de metade da totalidade dos imóveis entregues em dação.


Fonte: www.diarioimobiliario.pt
www.motivo-certo.pt
uma nova era no imobiliário
arrendar casas, casa para alugar em sintra, casas sintra, casas alugar, aluguer de casas, casa de bancos, comprar casas baratas, comprar casas de bancos, compro casas, 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Vendas de casas começam a subir

A quebra nas vendas de casas ainda é acentuada mas no mês de Março os mediadores garantem que venderam um pouco mais do que o mesmo período no ano passado. Relativamente aos terrenos urbanos e aos escritórios as quedas ainda continuam mas relativamente à habitação e nos terrenos rústicos existiu um ligeiro dinamismo positivo.


comprar casa ao banco, casas para venda, casas para venda do banco, casa para venda, casas baratas para venda, apartamentos para alugar sintra, aluguer de apartamentos, 
Segundo o Inquérito Mensal e Conjuntura (IMC) do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal – APEMIP, as transacções imobiliárias, para os participantes do IMC, tendo por base de análise a comparação do mês de Março com o mesmo período do ano transacto, a percepção generalizada é a de diminuição das mesmas, sendo esta transversal aos diferentes segmentos de mercado.

Os terrenos urbanos e os escritórios foram os que registram níveis de transacções mais negativos, em mais de 75% abaixo do normal. Já o segmento residencial e os terrenos rústicos registaram por parte de alguns inquiridos um dinamismo positivo. De facto, no residencial 7,8%, e nos terrenos rústicos 3,1%, dos inquiridos mencionaram que as transacções efectuadas foram acima do normal comparativamente ao período homólogo.

Valores das transacções continuam a cair
Quanto às expectativas de evolução do valor das transacções imobiliárias, nos diferentes segmentos, a generalidade dos inquiridos prevê, a médio prazo, uma quebra dos valores praticados. Sendo esse ajustamento menos positivo, ou seja mais acentuado em alguns segmentos. De destacar, no mês em análise, com valores acima dos 80% (perspectivando a quebra de valores), os escritórios (87,5%), a indústria (82,4%) e o comércio (80,6%).
Quanto aos terrenos rústicos (6,3%), na indústria (5,9%), no comércio (5,6%), na habitação (3,9%), nos terrenos urbanos (2,5%) os inquiridos perspectivam um aumento dos valores de mercado praticados. De mencionar que nos segmentos residencial e terrenos rústicos a expectativa de manutenção dos valores praticados tem alguma relevância no mês em análise.

Fonte: www.diarioimobiliario.pt
www.motivo-certo.pt
uma nova era no imobiliário
aluguer de apartamentos sintra, aluguer de apartamentos mem Martins, apartamentos aluguer, apartamentos aluguer mem Martins, casas de bancos para venda sintra

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Bancos antecipam diminuição da procura de crédito para comprar casa

A procura de crédito para comprar casa deverá diminuir no segundo trimestre deste ano, tendo já recuado nos primeiros três meses de 2013, segundo um inquérito feito pelo Banco de Portugal (BdP) a cinco grupos bancários.



O Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito, em que o BdP interroga os bancos sobre a situação verificada no primeiro trimestre de 2013 e sobre as perspetivas que têm para o trimestre em curso, as instituições financeiras indicam que não anteveem «quaisquer alterações no caso dos empréstimos para consumo e outros fins».

No primeiro trimestre deste ano, os bancos registaram uma queda da procura de crédito para comprar casa, mas uma «relativa estabilização» da procura de crédito ao consumo e outros fins.

As instituições financeiras justificaram a redução da procura de crédito pelos particulares com a «diminuição da confiança dos consumidores, a deterioração das perspetivas para o mercado da habitação e a retração nas despesas de consumo de bens duradouros».

A Lusa acrescenta que o Banco de Portugal inquiriu também os bancos sobre o impacto da situação dos mercados financeiros no seu acesso a financiamento, concluindo que «o acesso dos bancos ao mercado através das habituais fontes de financiamento de retalho e por grosso permaneceu, em geral, inalterado no primeiro trimestre de 2013».

No entanto, os bancos reportaram uma «ligeira melhoria» no que se refere aos depósitos de longo prazo e outros instrumentos de financiamento a retalho, bem como em relação aos títulos de dívida de médio e longo prazo.

A instituição liderada por Carlos Costa interrogou ainda os bancos sobre o impacto da crise de dívida nas suas condições de financiamento, sendo que «a generalidade dos bancos não reportou alterações significativas nas suas condições de financiamento, nos critérios de concessão de crédito ou nos 'spreads' aplicados» ao longo do primeiro trimestre.

O banco central refere que, no geral, a perceção dos bancos indica que as condições monetárias e financeiras da economia «permaneceram consideravelmente restritivas» entre Janeiro e Março deste ano, mas salvaguarda que não se agravaram face ao trimestre anterior.

Apesar de as instituições financeiras apontarem que os critérios de concessão de crédito e as condições aplicadas aos empréstimos a empresas e a particulares permaneceram «praticamente inalterados», foi identificada «uma ligeira diminuição da restritividade no que se refere aos empréstimos ou linhas de crédito a pequenas e médias empresas (PME)».

Fonte: TVI24
www.motivo-certo.pt

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Banco de Portugal Alerta: O crédito malparado vai continuar a subir



O banco central alerta que, apesar da melhoria das condições no sistema bancário, o incumprimento de enpresas e famílias vai continuar a crescer.
"O incumprimento dos particulares e, principalmente, das empresas deverá assim continuar a aumentar nos próximos trimestres", avisou hoje o Banco de Portugal no Relatório de Estabilidade Financeira. Os principais riscos para o sistema financeiro resultam da situação económica interna, de uma eventual revisão em baixa do crescimento global e também da persistência de interacção entre a divida publica e os bancos.

Este último ponto foi aliviado recentemente com o anúncio do novo programa de compra de divida do BCE e também a União Bancária que esta a ser preparada a nível europeu. Com isto os juros da divida e os prémios dos credit default swaps (CDS) dos países periféricos tem estado com tendência de descida desde o verão, mesmo com algumas oscilações.

Para lidar com o agravamento do crédito malparado, o banco central lembra que "é importante assegurar que este processo seja consistente com a reestruturação em curso da economia portuguesa e que não adie a dinâmica de recuperação económica a médio prazo". Por isso, recomenda que a situação financeira das empresas e das famílias seja "acompanhada no sentido de identificar possíveis medidas que atenuem os efeitos do elevado endividamento destes setores na sua capacidade de financiamento e no seu grau de incumprimento junto do sistema bancário".
www.motivo-certo.pt 
 Adaptado de:  João Silvestre (www.expresso.pt)
13:00 Quinta feira, 29 de novembro de 2012

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Impacto das medidas do FMI

As principais implicações no mercado imobiliário estão no sector da habitação:

                                            Ter casa vai ficar mais caro.

O objectivo para o sector da habitação passa por, e transcrevo, «improve households' access to housing: foster labour mobility; improve the quality of housing and make better use of the housing stock; reduce the incentives for households to build up debt».

O mercado de arrendamento deverá sofrer alterações legislativas, já a partir do 3º trimestre de 2011, nomeadamente prevendo limitações na transmissão dos arrendamentos a descendentes, revisão do esquema de crescimento e controlo das rendas, redução do prazo de pré-aviso de término de contratos para os proprietários e agilização de despejos por falta de pagamento de rendas para um prazo máximo de 3 meses.

Adicionalmente, o arrendamento habitacional deverá ser potenciado, nomeadamente através da limitação das deduções fiscais com rendas e juros de crédito habitação. O pagamento de capital não terá, sequer, qualquer direito a dedução. Imóveis devolutos verão um acréscimo de fiscalidade.

A fiscalidade no sector deverá aproximar-se mais de uma tributação em sede de IMI, e menos em sede de IMT.

As isenções de IMI terão de ser substancialmente revistas já para 2012 e no final desse ano, o Governo deverá ter já procedido a uma reavaliação dos activos imobiliários no sentido de recolher mais receita fiscal e aproximá-los de um valor de mercado.

A revisão do IMI, para 2012, terá de representar um acréscimo de receita fiscal de € 250 milhões. Já a revisão do valor dos imóveis em 2013, para efeitos fiscais, deverá significar um acréscimo de receita fiscal de € 150 milhões.


Por fim, diz o documento que o Governo deverá proceder a uma profunda revisão do sector da habitação com o apoio de experts de reputação internacional. Nós, por cá, pelos vistos não devemos perceber lá grande coisa disto...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Microcimento

Microcimento é um revestimento liso, cimentifico e polimerico que se diferencia pela sua resistência e versatilidade. Apenas com uma espessura de cerca de 2 a 5mm, ideal para obras e remodelações, sem causar o habitual transtorno das obras (entulhos, pó, cheiros, etc), uma vez que não é necessário modificar as superficies de aplicação por ter uma elevada capacidade de aderência a qualquer tipo de material, poupando tempo e dinheiro.

É um material que marca a diferença na decoração / ambiente onde é aplicado, devido ao facto de ser um produto artesanal e manual, o que lhe confere umas nuances muito caracteristicas e únicas. Pode efectuar uma combinação de cores e desenhos, criando um chão / parede única e diferente dos demais.

Graças às suas propriedades pode ser aplicado em quase todas as superfícies, tanto no exterior como no interior,

O Microcimento é o material de eleição dos Arquitectos e Decoradores nos seus projectos !!!


http://www.motivo-certo.pt/

Fonte: http://microcimento.blogspot.com/ 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Novas regras no crédito à habitação: saiba aqui o que vai mudar

Alterações vão exigir maior transparência das instituições de crédito

Crédito à habitação é uma expressão que diz muito a muitos portugueses. Comprar casa com recurso a empréstimos bancários implica um compromisso para quase toda a vida. A partir da próxima segunda-feira, dia 1 de Novembro, estes contratos vão sofrer alterações. As novas regras vão exigir maior transparência das instituições de crédito. Tudo preto no branco.
O que vai mudar?
Em primeiro lugar, os clientes têm direito a efectuar simulações para encontrar o empréstimo que melhor encaixa no seu perfil, através da Internet ou directamente no balcão, passando nesse momento a receber uma Ficha de Informação Normalizada (FIN), o que constitui uma nova obrigatoriedade para as instituições de crédito.
Neste documento, constam todas as informações sobre as condições financeiras do crédito (características e custos), os planos financeiros do empréstimo, introduzindo o conceito de «empréstimo-padrão» (para que o cliente possa comparar alternativas) e informação geral sobre produtos de crédito à habitação comercializado, bem como todos documentos necessários para o empréstimo. O formato da FIN passa a ser igual para todos os bancos.
Depois, no momento da aprovação do empréstimo, os bancos têm de disponibilizar a FIN com as condições aprovadas, com os respectivos prazos de validade, e dar uma minuta do contrato ao cliente. A ideia é que o consumidor possa lê-lo atentamente, ponderando e avaliando decisões, antes de assumir o compromisso. As associações de defesa dos consumidores vêem assim acatadas as suas pretensões.



Chega o momento decisivo: a assinatura do contrato. O cliente deve certificar-se que o documento contém todos os aspectos financeiros definidos na FIN aquando a aprovação. E tem o direito de saber qual o custo do spread (a componente da taxa de juro definida pelo banco quando concede um financiamento) sem os produtos facultativos que poderá subscrever (como cartões de crédito e seguros), para o caso de depois desistir deles.
Deve ainda, sem falta, confirmar a possibilidade de serem alteradas as comissões a receber pelo banco. E, não menos importante, deve ser-lhe dada uma referência clara às situações aplicadas em situação de incumprimento.

Já assinou o contrato? Acaba de «dar o nó» com o banco. A comunicação com a sua instituição de crédito deve ser recorrente e far-se-á pelo menos mês a mês. Os bancos passam a ter de enviar um extracto mensal aos clientes com a actualização sobre o capital em dívida; com o número, a data de vencimento, o valor e a taxa de juro nominal da próxima prestação; com o escalão e o montante de bonificação de juro, caso seja aplicável, da próxima prestação; e ainda com as comissões e despesas a pagar pelo cliente na prestação seguinte.



Se houver uma eventual alteração da prestação a pagar, por causa da variação da taxa aplicada (Euribor a três meses, por exemplo), o cliente deve ser informado com pelo menos 15 dias de antecedência.
Esclareça todas as suas dúvidas sobre as novas regras através da leitura da brochura «Crédito à habitação. Contratar, reembolsar e renegociar o seu empréstimo», disponível no Portal do Cliente Bancário

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bancos ponderam aumentar "spreads" nos créditos

Perspectivas das instituição bancárias foram hoje comunicadas ao Banco de Portugal.



Se conseguir um crédito por estes dias já é difícil, pior vai ficar até ao final do ano. É isso que os cinco maiores bancos portugueses perspectivam, no inquérito divulgado hoje pelo Banco de Portugal.

O sinal já está dado no aumento dos "spreads" e das restrições na concessão de crédito tanto às famílias como às empresas, que o sentiram no terceiro trimestre deste ano.



A maior restrição foi, no entanto, para as empresas, independentemente da sua dimensão e da duração dos empréstimos e assim deverá manter-se neste último trimestre com os cinco maiores bancos a anteciparem critérios mais apertados.

Já para os empréstimos a particulares, para compra de casa, perspectiva-se um ligeiro aumento das restrições. Nos créditos ao consumo os critérios devem manter-se como estão.

A justificar, os bancos citam a deterioração das condições de acesso ao financiamento de mercado, a posição de liquidez das instituições e, em menor grau, o custo de capital e a percepção de riscos.

A crise de dívida pública, mantém também o mercado de financiamento externo fechado para os bancos portugueses, o que resulta num agravamento dos custos de financiamento da banca.

Para este trimestre é de esperar um agravamento dos "spreads", sendo que os bancos acreditam que os pedidos de empréstimos para compra de casa vão diminuir.

http://www.motivo-certo.pt/
Fonte: Rádio Renascença

Apartamento T2, na Tapada das Mercês - Excelente Oportunidade

Apartamento estimado, próximo de escolas e da estacão da CP.


Hall de 6,72 m2, tecto falso.
Sala de 20 m2,pavimento em cerâmico e uma varanda comum a um dos quartos de 1,5 m2.


Cozinha de 11 m2, móveis lacados a branco, bancada em granito e uma despensa de 1 m2.


 Quartos de 11 m2 e 14 m2, roupeiros de 2 e 3 portas, pavimentos em lamparquet



 Casa Banho de 4,80 m2, móvel, lavatório e banheira.
Hall de quartos de 4,5 m2.
Arrecadação.

i
http://www.youtube.com/watch?v=znyDupvXZGM

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Apartamento T2, em Condominio Fechado - Algueirão - Sintra

Apartamento em condomínio fechado em excelente estado de conservação.

Sala de 26 m2, pavimento em cerâmico, varanda de 8,69 m2 comum á cozinha.


Cozinha de 12 m2, móveis em faia, placa, forno, combinado, máquina de lavar roupa e loiça, bancada em granito e uma despensa.


Quartos de 13 m2 e 17,22 m2, um deles com roupeiro de 3 portas em carvalho, varanda de 8 m2 comum e pavimento em flutuante.



Garagem de 31 m2.
Hall de 12 m2, tecto falso em madeira.
Casa Banho de 4,90 m2, janela, móvel, lavatório e banheira com resguardo.
*Aquecimento central.
*Aspiração central.
*Porta blindada.
*Video porteiro.

Apartamento T3, em Oeiras - Como Novo

Apartamento recente com áreas generosas e excelente qualidade de construção
Sala de 36 m2, lareira com recuperador de calor, pavimento em flutuante e uma varanda de 7 m2.


Cozinha de 13 m2, móveis em faia, placa, forno,combinado, micro-ondas, máquina de lavar e secar roupa,máquina de lavar loiça e bancada em granito.

Marquise de 2 m2.

Suite de 21 m2, dois roupeiros de 3 portas cada, pavimento em flutuante.
Casa Banho - Suite de 5 m2, janela, móvel, lavatório e banheira.

Quartos de 14 m2 cada, roupeiros de 2 e 3 portas, pavimentos em flutuante.
Hall de 7,6 m2, tecto falso, roupeiro e pavimento em lamparquet.
Casa Banho de serviço com 3 m2, móvel, lavatório.
Casa Banho de 5 m2, móvel, lavatório e banheira.
Hall de quartos de 5 m2,pavimento em lamparquet.
Escritório de 6 m2, pavimento em flutuante.
*Aspiração central.
*Aquecimento central.
*Ar condicionado.
*Música ambiente.
*Caixilharia com corte térmico.
*Vidros duplos.
*Estores eléctricos.
*Fechaduras de segurança.
Arrecadação na cave de 8 m2.
Parqueamento para 1 carro.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Apartamento T2 novo, em Barcarena

Apartamento novo com excelentes acabamentos, pré-instalação de ar condicionado, vidros duplos, video porteiro e porta blindada.
Sala de 21 m2, pavimento em flutuante.


Cozinha totalmente equipada e bancada em granito.
Despensa de 1 m2.

Casa Banho de 4 m2,móvel, lavatório, banheira com coluna de hodromassagem e resguardo.
Hall de 8 m2, pavimento em flutuante.
Corredor de 6 m2, roupeiro de 2 portas.
Quartos de 11 m2 e 12,54 m2, roupeiro de 2 portas, pavimento em flutuante e  varanda comum.
Arrecadação no sótão.
Parqueamento para 1 carro.

Poderá consultar mais detalhes deste imóvel em: http://www.motivo-certo.pt/pt/detalhe.htm?RID=4183813

Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-me: Tel. 21 922 94 70