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sábado, 15 de junho de 2013

Quer Vender A Sua Casa? Evite Estes Três Erros

Para muitas pessoas vender uma casa é uma das maiores transacções financeiras que alguma vez terão oportunidade de realizar. E, infelizmente, o processo de vender uma casa é hoje em dia mais complexo e demorado do que nunca. Ser bem sucedido numa transacção imobiliária implica, geralmente, ter alguma experiência nos campos jurídico, financeiro e de marketing. 
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Os três erros mais comuns que dificultam a vida aos proprietários que estão a tentar pôr casas no mercado. Saiba como evitá-los e facilitar o processo de venda.




"Em muitos casos, e a não ser que seja um perito em negociação imobiliária, esta pode tornar-se uma aventura frustrante e potencialmente dispendiosa. Se decidir avançar com a ideia de vender sozinho a sua casa, prepare-se para estar disponível e perto de casa durante semanas ou mesmo meses, e não se esqueça que a maior parte das visitas de compradores acontecem no horário laboral. Como profissionais imobiliários, os três erros mais comuns que vemos os proprietários cometerem são:


Colocar o imóvel no mercado acima do valor real

O erro mais comum está na definição do valor do imóvel. O proprietário quer sempre maximizar o valor de venda, contudo um preço demasiado elevado vai reduzir drasticamente o número de visitas e propostas de compra. Como consequência o tempo que o imóvel vai estar no mercado irá aumentar e, inevitavelmente, o proprietário será forçado a fazer baixas de preço agressivas. Actualmente  ao contrário do que possa imaginar, existe uma escassez de imóveis vendáveis, colocar o seu imóvel com um valor mais baixo, e adequado ao seu real valor de mercado, irá aumentar a procura e o número de propostas, maximizando a probabilidade de venda e de rentabilidade.



Não se desligar emocionalmente do imóvel

Não é o seu lar que está à venda, é uma casa. Um erro comum dos proprietários é valorizarem um conjunto de características e vivências da casa, à qual estão emocionalmente ligados. Os futuros proprietários vão sempre olhar o imóvel com outros olhos. A ligação emocional excessiva pela casa pode criar remorsos no proprietário ou respostas excessivamente emocionais ao feedback e ofertas dos compradores, afastando assim oportunidades de negócio. Não seja muito emocional sobre o processo de venda da sua casa. Concentre-se no fator racional e tente ver as coisas do ponto de vista do comprador.



Outro erro comum é não preparar a casa antes de a colocar no mercado

Muitas vezes, a ansiedade para vender a casa leva os proprietários a iniciar a promoção do imóvel sem o prepararem devidamente para a venda. A forma como apresenta o seu imóvel a potenciais compradores pode fazer a diferença entre o sucesso da venda ou o fracasso total. Os compradores tendem a avaliar as casas pelo esforço necessário para se mudarem. Quanto menos tiverem que despender para entrar na casa, maior será o valor que estão dispostos a pagar.



A sua vida já é suficientemente agitada para ainda ter que se preocupar com a venda da sua casa. Entregar essa tarefa a um profissional imobiliário com experiência, vai poupar-lhe tempo, dinheiro e muitas preocupações. Os especialistas dão apoio e orientação para a optimização do valor de venda, a preparação do imóvel para a venda e visitas, integram o processo de negociação profissional e relação com o comprador, e garantem a maximização da exposição do seu imóvel no mercado."


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Fonte: Dinheiro Vivo
www.motivo-certo.pt 
http://www.arrendaki.pt 
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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Taxa de juro no crédito à habitação volta a descer

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A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, em Abril, em 1,442%, diminuindo 0,006 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com a taxa observada no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos manteve-se em 260 euros em Abril, valor idêntico ao registado em Março.



Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro implícita foi 3,149%, o que representou um aumento de 0,035 p.p. comparativamente com o mês anterior.

Taxa de Juro Implícita
A taxa de juro implícita no crédito à habitação diminuiu de forma ténue em Abril, passando de 1,448% em Março para 1,442% em Abril (novo mínimo da série iniciada em Janeiro de 2009). A diminuição de 0,006 p.p. na taxa de juro face ao mês anterior foi menos intensa que a observada em Março (redução de 0,035 p.p. em relação a Fevereiro).

Nos contratos para aquisição de habitação observou-se uma diminuição, face a Março, de 0,005 p.p. para uma taxa de juro de 1,458%, tendo-se atingido, tal como para o total dos contratos, um novo mínimo da série iniciada em Janeiro de 2009.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa subiu 
Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita registou uma subida de 0,035 p.p., comparativamente com a taxa registada no mês anterior, para uma taxa de juro de 3,149%. Este foi o primeiro aumento da taxa de juro para estes contratos desde Março de 2012.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, relativos a Aquisição de Habitação, a taxa de juro implícita fixou-se em 3,109%, 0,027 p.p. acima da taxa registada em Março.

Valores das prestações mensais mantêm 

O valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor foi, em Abril, de 260 euros, mantendo o valor registado em Março.

O valor médio da prestação, para o conjunto dos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses, fixou-se nos 284 euros, novo mínimo da actual série, diminuindo 10 euros em relação ao mês anterior.

Nos contratos com destino Aquisição de Habitação, o valor médio da prestação vencida foi 268 euros, valor idêntico ao registado no mês anterior. Para este destino de financiamento, e nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação média vencida foi inferior em 10 euros à registada no mês de Março, fixando-se em 298 euros em Abril.

O valor do capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos de crédito à habitação e para os contratos com destino de financiamento Aquisição de Habitação, passou de 58.643 euros e 61.625 euros, em Março, respectivamente, para 58.520 euros e 61.495 euros, no mês de Abril.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento Aquisição de Habitação, em Abril, foi 70.366 euros (73.893 euros, em Março).

Fonte: www.diarioimobiliario.pt
www.motivo-certo.pt 
http://www.arrendaki.pt 


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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Crédito à habitação: comissão aos bancos aumentou 8,3%

Em 2012, a comissão de processamento da prestação no crédito à habitação aumentou 8,3%, em média. Para a DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, este aumento deveria ser limitado, já que põe em risco os empréstimos contratados pelos consumidores.

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A Associação explica que quem tem crédito à habitação e paga comissão de processamento de prestação, talvez não esteja consciente de quanto os aumentos anuais encarecem o seu encargo financeiro. Os especialistas do DINHEIRO & DIREITOS fez as contas e concluiu que, só no último ano, os bancos que cobram comissão de processamento a aumentaram em 8,3%, em média, um valor muito acima da inflação. “Caso aumentos desta natureza continuem a aplicar-se, os custos para o consumidor subirão também de forma considerável”, alerta a DECO.

No final de um contrato a 25 anos os compradores terá pago 750,40 euros só em comissões.

A explicação vem com um exemplo para um crédito à habitação a 25 anos, contratado em 2004 na Caixa Geral de Depósitos: se a comissão de processamento "engordar" ao ritmo do aumento médio anual registado nos últimos anos nesse banco (6,75%), no final do contrato, o cliente terá pago um total 750,40 euros. Caso esta comissão nunca aumentasse, o valor ficaria por cerca de um terço (297 euros).
“Actualmente, a legislação não impede que as instituições bancárias alterem as comissões ao longo da relação contratual, o que penaliza os clientes. A estrutura de comissões é determinante no cálculo de taxas dos créditos bancários, como a taxa anual efectiva (TAE), taxa anual efectiva revista (TAER) e taxa anual de encargos efectiva global (TAEG). Se for permitido aos bancos alterar as condições ao longo da vida do empréstimo, as taxas deixam de ser as apresentadas aquando da contratação. A comparação é falseada”, revela a associação.

Alterações de preço a meio do contrato são inaceitáveis
A DECO admite mesmo que as alterações de preço a meio do contrato são inaceitáveis. Se é certo que, num mercado concorrencial, os clientes podem mudar de banco, na prática, a mudança é muito mais complicada do que o desejável, sobretudo quando a relação envolve créditos em curso. Por um lado, porque o consumidor incorre no pagamento de comissões por reembolso antecipado, caso pretenda amortizar o seu empréstimo mais cedo. Por outro, porque, no cenário actual, com taxas de juro muito altas, dificilmente consegue transferir o seu empréstimo para outro banco sem ver o custo real do empréstimo agravado em cinco ou seis por cento.

A DECO já enviou as conclusões deste estudo à Assembleia da República, ao Ministério das Finanças e ao Banco de Portugal, pedindo a criação de um tecto nas comissões bancárias.

Fonte: www.diarioimobiliario.pt/
www.motivo-certo.pt
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