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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Taxa de juro no crédito à habitação volta a descer

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A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, em Abril, em 1,442%, diminuindo 0,006 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com a taxa observada no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos manteve-se em 260 euros em Abril, valor idêntico ao registado em Março.



Segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro implícita foi 3,149%, o que representou um aumento de 0,035 p.p. comparativamente com o mês anterior.

Taxa de Juro Implícita
A taxa de juro implícita no crédito à habitação diminuiu de forma ténue em Abril, passando de 1,448% em Março para 1,442% em Abril (novo mínimo da série iniciada em Janeiro de 2009). A diminuição de 0,006 p.p. na taxa de juro face ao mês anterior foi menos intensa que a observada em Março (redução de 0,035 p.p. em relação a Fevereiro).

Nos contratos para aquisição de habitação observou-se uma diminuição, face a Março, de 0,005 p.p. para uma taxa de juro de 1,458%, tendo-se atingido, tal como para o total dos contratos, um novo mínimo da série iniciada em Janeiro de 2009.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa subiu 
Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita registou uma subida de 0,035 p.p., comparativamente com a taxa registada no mês anterior, para uma taxa de juro de 3,149%. Este foi o primeiro aumento da taxa de juro para estes contratos desde Março de 2012.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, relativos a Aquisição de Habitação, a taxa de juro implícita fixou-se em 3,109%, 0,027 p.p. acima da taxa registada em Março.

Valores das prestações mensais mantêm 

O valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor foi, em Abril, de 260 euros, mantendo o valor registado em Março.

O valor médio da prestação, para o conjunto dos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos três meses, fixou-se nos 284 euros, novo mínimo da actual série, diminuindo 10 euros em relação ao mês anterior.

Nos contratos com destino Aquisição de Habitação, o valor médio da prestação vencida foi 268 euros, valor idêntico ao registado no mês anterior. Para este destino de financiamento, e nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação média vencida foi inferior em 10 euros à registada no mês de Março, fixando-se em 298 euros em Abril.

O valor do capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos de crédito à habitação e para os contratos com destino de financiamento Aquisição de Habitação, passou de 58.643 euros e 61.625 euros, em Março, respectivamente, para 58.520 euros e 61.495 euros, no mês de Abril.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento Aquisição de Habitação, em Abril, foi 70.366 euros (73.893 euros, em Março).

Fonte: www.diarioimobiliario.pt
www.motivo-certo.pt 
http://www.arrendaki.pt 


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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pode usar PPR para pagar empréstimo da casa

Lei já foi publicada e entra em vigor a 1 de janeiro de 2013. Governo cria ainda regime extraordinário de proteção de devedores.




Os clientes que contraíram um empréstimo com o banco para compra de casa poderão resgatar dinheiro dos Planos Poupança Reforma (PPR) para pagar prestações, sem serem penalizados por isso.

É o que está previsto na nova lei publicada esta sexta-feira em Diário da República, e que entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2013.

O diploma estabelece então que os aforradores possam resgatar antecipadamente os PPR «para pagamento de prestação de crédito à aquisição de habitação própria e permanente».

«Lei só devia ser aplicada em casos extremos»

Recentemente, a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) criticou a possibilidade de usar as verbas cativas nos PPR para pagamento das prestações do crédito à habitação, sem devolver ao Estado os benefícios fiscais obtidos aquando da sua subscrição.

Embora tenha sublinhado que esta «foi uma decisão aprovada por unanimidade na Assembleia da República», o presidente da APS, Seixas Vale, advertiu que ela «tem que ser aplicada somente em circunstâncias muito bem definidas, em casos extremos, devido ao impacto que a medida pode ter sobre a atividade das seguradoras, que assumem compromissos de investimento tendo por base as maturidades acordadas com os aforradores».

A APS estima que 2012 feche com um total de mil milhões de euros aplicados neste produto de poupança.

Incumpridores podem começar a renegociar 2ª feira

As famílias com crédito à habitação em incumprimento podem começar a renegociar o empréstimo com o banco a partir de segunda-feira, depois de hoje ter sido também publicado em Diário da República um regime de extraordinário de proteção de devedores «em situação económica muito difícil».

O regime aplica-se «às situações de incumprimento de contratos de mútuo celebrados no âmbito do sistema de concessão de crédito à habitação destinado à aquisição, construção ou realização de obras de conservação e de beneficiação de habitação própria permanente de agregados familiares que se encontrem em situação económica muito difícil e apenas quando o imóvel em causa seja a única habitação do agregado familiar e tenha sido objeto de contrato de mútuo com hipoteca».

As instituições de crédito têm liberdade para «conceder aos mutuários de crédito à habitação condições mais favoráveis do que as previstas na presente lei».

No entanto, os agregados familiares têm de cumprir vários requisitos para aceder a este regime. Segundo disse a Deco à Lusa em setembro, tendo apenas em conta os critérios dos rendimentos do agregado familiar, «mais de 60% dos pedidos de ajuda [na Deco] ficariam excluídos».

Há mais novidades: entra em vigor amanhã uma alteração à lei que passa de 70% para 85% o valor base da primeira licitação quando uma casa vai a hasta pública por penhora.

Já em Dezembro passa a ser proibido aumentar o spread do empréstimo à habitação, isto é, a margem de lucro do banco, em caso de arrendamento da casa devido a mudança de local de trabalho de pelo menos 50 quilómetros; desemprego e renegociação contratual em caso de divórcio, separação ou morte de um dos cônjuges.

Neste caso, o banco apenas não pode aumentar os encargos se a pessoa que ficar como titular do empréstimo comprovar que a prestação representa uma taxa de esforço inferior a 55% dos seus rendimentos ou 60% num agregado com dois ou mais dependentes.

Os bancos só podem ainda cessar o contrato de concessão de crédito à habitação se houver pelo menos três prestações não pagas. Também a aprovação de crédito, seja para habitação ou outros, «deve atender ao perfil de risco da operação de crédito».

 Fonte: Agência Financeira
www.motivo-certo.pt

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Crédito malparado dos particulares atinge 5000 milhões de euros

O crédito de cobrança duvidosa aumentou de novo em Outubro. Nas empresas, o peso do malparado está perto dos 10%.

O grau de incumprimento na economia portuguesa continua a aumentar para níveis-recorde, com o crédito malparado nos empréstimos à habitação e nos empréstimos às empresas a atingir, em Outubro, os valores mais altos em 15 anos.
No total de crédito concedido a particulares (onde se incluem empréstimos para a compra de habitação, o crédito ao consumo e outros fins), o montante classificado de cobrança duvidosa ascendeu a 5031 milhões de euros – o valor mais alto desde 1997, ano a partir do qual o Banco de Portugal tem registo destes dados.

Os números mais recentes, divulgados esta segunda-feira pelo banco central, mostram que, em quase 13.491 milhões de euros de empréstimos concedidos a particulares, 3,73% eram de crédito malparado, ou seja, considerado como incobrável pelas instituições financeiras.

Em conjunto, empresas e particulares tinham, no final de Outubro, 15.700 milhões de euros de crédito malparado, o equivalente a 6,5% de todo o crédito concedido. Os valores contrastam com o cenário no mesmo período do ano passado: 11.837 milhões de euros e 4,6% em relação ao total de crédito.
O peso do malparado é mais preocupante nas empresas, onde a cobrança duvidosa está já muito próxima dos 10%. Em Setembro, houve uma diminuição, mas Outubro registou uma nova subida, levando o malparado para um valor-recorde de 10.684 milhões de euros, equivalente a 9,97% do total dos empréstimos concedidos às empresas.

Nos empréstimos a particulares, dos 5031 milhões de euros classificados de cobrança duvidosa, 2229 eram em crédito à habitação e 1539 milhões em crédito ao consumo (para a compra de carros ou de electrodomésticos, por exemplo). O incumprimento continua a ser mais elevado em termos percentuais nestes casos.

Enquanto no crédito à habitação 2,02% dos empréstimos eram de cobrança duvidosa (2229 milhões de euros), no crédito ao consumo, o peso do crédito malparado sobre o total de empréstimos concedidos saltou para 11,4% (1539 milhões de euros). Isto significa – e a tendência é a mesma há vários anos – que, quando os particulares estão em dificuldades financeiras começam por deixar de pagar os empréstimos ao consumo e, só depois, o crédito à habitação.


Fonte: Publico.pt
www.motivo-certo.pt

sexta-feira, 30 de março de 2012

Arrendar ou Comprar: qual a melhor opção para si?

Para a maior parte das pessoas, há uma altura que define o modo como a sua vida vai ser vivida, influenciando entre outros o dinheiro disponível todos os meses e a mobilidade no território nacional. Este momento é quando uma pessoa ou um casal opta por comprar ou arrendar uma casa.

A aquisição de uma casa ou apartamento traz vantagens em termos de conforto, sabendo o seu proprietário que em condições normais, terá sempre um local onde residir, não estando exposto aos humores do senhorio. Já o arrendamento de uma habitação traz vantagens em termos de mobilidade, caso seja necessário mudar para um apartamento maior devido ao crescimento da família ou então mudar de localidade para correr atrás de um emprego melhor.


Não é fácil escolher entre o arrendamento e a compra, por isso é necessário que cada pessoa pese os prós e os contras dessa decisão. Como principais factores de escolha contam-se o tipo de vínculo no emprego, em caso de estar actualmente a trabalhar, o valor da renda ou da prestação com crédito à habitação e muitos outros custos que podem entrar na equação como o custo com condomínio ou os encargos com impostos. A quantidade de empresas e de comércio em redor da habitação e a proximidade da família também podem ser pilares importantes na hora de escolher entre a compra ou arrendamento bem como os acessos da localidade e a distância a outras localidades.

ARRENDAMENTO
VANTAGENS
Ao contrário do que acontece quando a habitação é adquirida, nos arrendamentos o senhorio é responsável por quaisquer obras ou reparações que sejam necessárias efectuar. A facilidade em mudar de casa ou apartamento é muito superior nos casos em que se arrenda, sendo necessário apenas cumprir o período de aviso ao senhorio estabelecido no contrato.
Além disso, despesas com impostos e condomínio deixam de fazer parte da sua lista de encargos, e não terá de ter uma substancial entrada para conseguir uma prestação com o crédito à habitação mais em conta, se a sua alternativa fosse comprar a casa com recurso a um empréstimo bancário.

CONTRAS
Para algumas pessoas, o arrendamento de casa é um mau negócio porque o dinheiro que se paga ao senhorio serve apenas para manter a casa mensalmente, não podendo ser considerado um investimento a longo prazo para um activo que se juntará ao seu património.
O pagamento da renda e das contas mensalmente pode levar a que não se consiga poupar para uma futura compra de casa. No caso de arrendar um apartamento com outras pessoas, é importante conhecer bem essas pessoas antes de assinar o contrato de arrendamento, para evitar problemas de atrasos de pagamentos ou de falta de cooperação na manutenção da habitação.

QUEM DEVE OPTAR POR ARRENDAR?
A opção entre o arrendamento e a compra é pessoal e varia de acordo com vários factores. No entanto, a opção pelo arrendamento é mais ajustada a quem pretende mudar de apartamento rapidamente, por questões familiares ou de trabalho, ou a quem não tiver um contrato de emprego estável, não conseguindo assim garantir o cumprimento de um empréstimo para aquisição de habitação. Alguns casos de arrendamento podem também ser a única solução, se as condições para compra a crédito forem demasiado onerosas ou se o empréstimo for, simplesmente, recusado.

COMPRA
VANTAGENS
compra de uma casa pode ser encarada como um investimento a longo prazo, tendo sempre o proprietário a possibilidade de vender ou arrendar a casa no futuro. Na compra da casa evita-se a por vezes conflituosa relação com o senhorio e ganha-se liberdade, em termos de possíveis alterações que queira efectuar, como obras ou transformações de divisões. Ao adquirir uma habitação sabe que terá sempre esse porto de abrigo, e que não estará exposto aos planos do senhorio.
Outra das vantagens, é a de existirem excelentes oportunidades de negócios, ao optar por comprar casas penhoradas peços bancos, ou imóveis penhorados pelas finanças.

CONTRAS
Inundações, danos na habitação ou obras de melhoramento ficam a cargo do proprietário. No caso de adquirir a habitação com recurso a um empréstimo, há que ter em atenção que o valor da prestação pode alterar-se de três em três, de seis em seis, ou de 12 em 12 meses, dependendo da evolução das taxas de juro de mercado (no caso de crédito a taxa variável). Ao adquirir a habitação tenha também em conta os valores que tem que pagar no que respeita ao imposto municipal sobre a transmissão onerosa de imóveis (IMT), liquidado no acto da compra, e ao imposto municipal sobre imóveis (IMI), liquidado anualmente. Além destes impostos, é também necessário pagar as despesas da administração e gestão do condomínio, bem como seguros associados à compra de casa. As possibilidades de desvalorização da casa e as possíveis dificuldades associadas à venda são outros dos contras existentes.

QUEM DEVE OPTAR POR COMPRAR
A aquisição de uma casa implica normalmente que os proprietários residam nessa mesma casa durante um longo período de tempo, já que a venda do imóvel poderá não ser tão rápida quanto a saída de uma casa arrendada. Quem tiver estabilidade no emprego e que não preveja mudanças de localização por motivos profissionais está mais apto a poder adquirir habitação própria. Esta opção é normalmente tomada por quem conseguiu poupar algum dinheiro, de modo a conseguir obter o empréstimo mais facilmente e com condições mais vantajosas.



fonte: adaptado de: http://www.saldopositivo.cgd.pt/

quarta-feira, 28 de março de 2012

Apartamento T1 no Cacém. Oportunidade. CASA DE BANCO

Casa penhorada pelo banco.

As casas de bancos permitem uma maior facilidade em obter um financiamento até 100%.
Avaliação praticamente garantida. Oferta de despesas de avaliação e despesas de dossier.

Apartamento T1 penhorado pelo Banco, no Cacém. Excelente estado de conservação. Boas áreas. Sala ampla e cozinha espaçosa.
Ref. 357/11
Ou http://www.motivo-certo.pt/




terça-feira, 27 de março de 2012

Apartamento T1 na Venda Nova - Amadora. CASA DE BANCO

Casa penhorada pelo banco.

As casas de bancos permitem uma maior facilidade em obter um financiamento até 100%.
Avaliação praticamente garantida. Oferta de despesas de avaliação e despesas de dossier.


Apartamento em razoável estado de conservação. Necessita de uma pequena modernização.
52.000 €




Para mais informações, ou para consultar outros apartamentos penhorados, ou casas de bancos, contacte pelo telefone 21 922 94 70 ou visite o nosso site em www.motivo-certo.pt

sexta-feira, 23 de março de 2012

Casas Penhoradas pelos bancos. Um bom INVESTIMENTO?

Quem está a pensar comprar casa nos próximos tempos, deverá deparar-se com muitas adversidades. A época do crédito fácil parece ter chegado ao fim uma vez que desde o início de 2010 a concessão do crédito vive uma nova realidade: o fim do financiamento a 100 por cento do valor do imóvel, a necessidade de maiores garantias e subidas nos spread.

Todavia, estas não podem ser razões para que deixe de comprar casa, ou que fique privado de possuir uma habitação. Em tempos de crise é habitual surgirem as melhores oportunidades de negócio. Uma delas, é o investimento em casas penhorados pelos bancos, a outra é aproveitar os descontos que aparecem em muitas habitações que permanecem à venda por largos períodos de tempo.

ESTIMULO NOS BANCOS
Executar hipotecas e ficar dono de casas cujos mutuários deixaram de conseguir pagar não é o desejo dos bancos, que têm como função principal receber poupanças e emprestar à economia. Portanto, quanto mais rápido as instituições financeiras venderem estes imóveis, mais rapidamente conseguem recuperar o capital emprestado e realizar liquidez, já que o negócio dos bancos não é ter casas, mas sim ter dinheiro para emprestar. A venda destes imóveis pode ser útil para fechar empréstimos em incumprimento e melhorar os rácios dos balanços dos bancos.

VANTAGENS EM INVESTIR EM IMÓVEIS PENHORADOS
Existe um conjunto de vantagens para quem pretende procurar um imóvel penhorado. Conheça-as:
  • Financiamento até 100 por cento do valor da habitação;
  • Dispensa de avaliação e de encargos inerentes;
  • Isenção de comissão de estudo;
  • Dispensa de realização dos registos provisórios;
  • Oferta do serviço de Documentos Habitação;
  • Prazo do crédito habitação até 50 anos;
  • Spreads mais baixos.

DESVANTAGENS DESTES IMÓVEIS
  • Nem sempre a localização destes imóveis é a mais procurada, ou vai de encontro às necessidades das pessoas, uma vez que muitos deles se situam nas áreas suburbanas de Lisboa e do Porto.);
  • Escolha limitada ao stock existente.
ONDE ENCONTRAR ESTAS OPORTUNIDADES?

Nos últimos tempos os principais bancos a operarem no país, têm lançado algumas campanhas para dinamizar as vendas das casas executadas. Para quem está interessado neste negócio deverá informar-se nas agências bancárias. No passado dia 21 de Março, a Caixa Geral de Depósitos lançou a campanha “Primavera” a decorrer durante toda a estação. Até dia 21 de Junho de 2011, os clientes que estiverem interessados em adquirir ou arrendar imóveis da CGD, vão poder usufruir das condições especiais, acima referidas. No site MOTIVO CERTO  pode encontrar informação sobre estas casas e ver o que existe em stock.
Além do negócio directo com os bancos, as agências de mediação imobiliária também têm auxiliado este processo. Recentemente a agência Motivo Certo recebeu cerca de 100 imóveis penhorados e garante tratar-se de um oportunidade única de investimento, não só pelos preços competitivos, mas também pelas vantajosas condições de financiamento juntos dos bancos proprietários destas casas.

adaptado de: www.saldopositivo.cgd.pt 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Apartamento T1, em São Marcos (Casal Cotão) - Casa de Banco

Casa penhorada pelo banco.

As casas de bancos permitem uma maior facilidade em obter um financiamento até 100%.
Avaliação praticamente garantida. Oferta de despesas de avaliação e despesas de dossier.

Sala ampla, com varanda.
Cozinha de 14 m2, espaçosa, com móveis lacados a branco , bancada em granito e uma despensa de 1 m2.
Casa Banho de 4 m2, com móvel, lavatório e banheira com resguardo.
Quarto de 12 m2, com roupeiro de 2 portas.
Arrecadação transformada em quarto interior de 15 m2 com roupeiro




Ref. 124/12

http://www.motivo-certo.pt/pt/detalhe.htm?RID=4847829