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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Crédito malparado dos particulares atinge 5000 milhões de euros

O crédito de cobrança duvidosa aumentou de novo em Outubro. Nas empresas, o peso do malparado está perto dos 10%.

O grau de incumprimento na economia portuguesa continua a aumentar para níveis-recorde, com o crédito malparado nos empréstimos à habitação e nos empréstimos às empresas a atingir, em Outubro, os valores mais altos em 15 anos.
No total de crédito concedido a particulares (onde se incluem empréstimos para a compra de habitação, o crédito ao consumo e outros fins), o montante classificado de cobrança duvidosa ascendeu a 5031 milhões de euros – o valor mais alto desde 1997, ano a partir do qual o Banco de Portugal tem registo destes dados.

Os números mais recentes, divulgados esta segunda-feira pelo banco central, mostram que, em quase 13.491 milhões de euros de empréstimos concedidos a particulares, 3,73% eram de crédito malparado, ou seja, considerado como incobrável pelas instituições financeiras.

Em conjunto, empresas e particulares tinham, no final de Outubro, 15.700 milhões de euros de crédito malparado, o equivalente a 6,5% de todo o crédito concedido. Os valores contrastam com o cenário no mesmo período do ano passado: 11.837 milhões de euros e 4,6% em relação ao total de crédito.
O peso do malparado é mais preocupante nas empresas, onde a cobrança duvidosa está já muito próxima dos 10%. Em Setembro, houve uma diminuição, mas Outubro registou uma nova subida, levando o malparado para um valor-recorde de 10.684 milhões de euros, equivalente a 9,97% do total dos empréstimos concedidos às empresas.

Nos empréstimos a particulares, dos 5031 milhões de euros classificados de cobrança duvidosa, 2229 eram em crédito à habitação e 1539 milhões em crédito ao consumo (para a compra de carros ou de electrodomésticos, por exemplo). O incumprimento continua a ser mais elevado em termos percentuais nestes casos.

Enquanto no crédito à habitação 2,02% dos empréstimos eram de cobrança duvidosa (2229 milhões de euros), no crédito ao consumo, o peso do crédito malparado sobre o total de empréstimos concedidos saltou para 11,4% (1539 milhões de euros). Isto significa – e a tendência é a mesma há vários anos – que, quando os particulares estão em dificuldades financeiras começam por deixar de pagar os empréstimos ao consumo e, só depois, o crédito à habitação.


Fonte: Publico.pt
www.motivo-certo.pt

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Seguro Protecção Rendas

 A MOTIVO CERTO Imobiliária lançou o Seguro Proteção Rendas, destinado ao mercado de arrendamento. Este novo produto protege senhorios e arrendatários, uma vez que assegura o pagamento de rendas no caso do inquilino não conseguir pagar a renda devido a hospitalização, desemprego ou incapacidade temporária para o trabalho por doença ou acidente.

Este seguro, possível graças à parceria com a seguradora Tranquilidade, permite a captação, fidelização e rentabilização da carteira de clientes para as mediadoras, constitui uma garantia da honra dos compromissos assumidos pelos arrendatários junto dos senhorios e traduz-se num fator de diferenciação e novidade no mercado de arrendamento.

O seguro é um produto que não tendo por objeto um contrato de financiamento, está dirigido aos clientes das mediadoras imobiliárias que pretendam arrendar imóveis particulares, minimizando as situações de incerteza, acautelando situações que podem afetar gravemente o equilíbrio financeiro familiar dos arrendatários.

Este é um seguro que pode ser subscrito tanto pelo senhorio, como pelo arrendatário.