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sábado, 18 de maio de 2013

Apartamento T2 na Graça. Vista sobre a cidade

Apartamento de 3 assoalhadas, remodelado e com vista sobre a cidade.

Sala de 20 m2, com pavimento em taco.
Cozinha de 10 m2, com móveis em faia, fogão e bancada em granito.
Casa Banho de 3 m2, com lavatório e banheira.
Quartos de 12 m2 e 15 m2, pavimento de ambos em taco

Valor: 650,00 €
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http://www.arrendaki.pt 

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sábado, 27 de abril de 2013

Arrendamento sobe, mas rendas descem.

Depois de as transacções imobiliárias caírem abruptamente nos últimos meses, o arrendamento aparece como o mercado emergente. Apesar disso, o crescimento acontece de forma tímida. Em Novembro de 2012 verificou-se mesmo um abrandamento e só em Dezembro voltou a crescer.



Segundo o Portuguese Housing Market Survey (PHMS) de Fevereiro de 2013, produzido pela Ci - Confidencial Imobiliário e o RICS, a procura para arrendamento tem-se mantido firme e as expectativas são para que as transacções continuem a aumentar ao longo dos próximos 12 meses.
No entanto, o valor das rendas tem recuado e as expectativas quanto à sua evolução são bastante negativas. Tal pode reflectir um excesso de oferta, mas também as limitações em termos do rendimento disponível das famílias.

“Em Portugal, a queda dos preços das casas continua a ser impulsionada pela fraca procura que se apresenta mais preocupante que o excesso de oferta. A elevada taxa de desemprego (17,6%) e a redução na concessão de crédito são alguns dos factores que contribuem para a menor realização de vendas, redução da qual o mercado de arrendamento continua a beneficiar. Posto isto, os resultados do inquérito em Fevereiro apresentaram alguns aspectos positivos para o sector de vendas, com a estabilização das novas instruções de compra e o aumento da confiança”, esclarece Josh Miller, Economista Sénior do RICS.

Procura para arrendamento é de 75%.
Na verdade, segundo o Inquérito Mensal de Conjuntura (IMC) de Janeiro de 2013, da Associação dos Profissionais de Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal – APEMIP, a procura tem aumentado gradualmente, e se em Novembro de 2012, a opção do arrendamento situava-se nos 50%, em Janeiro deste ano a fasquia subiu quase aos 75%.



No mês de Janeiro, cerca de 57% dos participantes do IMC, menciona que em termos médios mensais foram efectuados até três contratos de arrendamento residencial, 28% refere entre três a cinco. O montante médio dos arrendamentos residenciais variou entre os 300 e os 500 euros (45%), a mesma percentagem e valores que em Novembro de 2012. De mencionar, que a representatividade dos imóveis arrendados com um valor inferior a 300 euros foi de aproximadamente 33% (superior ao mês transacto 26,1%).

Ainda durante o primeiro mês do ano, segundo o IMC, os inquiridos estimavam que a morosidade em termos de colocação de imóveis para arrendamento eram em 59% de um a três meses, 27% de quatro a seis meses.

Fonte: www.diarioimobiliario.pt
www.motivo-certo.pt
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Balcão de Arrendamento arranca antes do fim do ano

Iniciativa visa facilitar o despejo de imóveis sem recorrer a tribunais



O Balcão Nacional de Arrendamento (BNA) deverá começar a funcionar «antes do final do ano», informou esta quinta-feira o Governo, pela voz do secretário de Estado Marques Guedes, depois de ter anunciado, esta manhã, a aprovação governamental do funcionamento desta estrutura criada na nova lei do arrendamento urbano.

Depois de publicado o diploma legal, o Ministério da Justiça deverá ainda fazer publicar legislação de suporte relativa a aspetos formais, como formulários.

A criação do BNA junto da Direção-Geral da Administração da Justiça visa facilitar o despejo de imóveis sem recorrer a tribunais.

O Governo aprovou que nos procedimentos especiais de despejo no BNA «todas as comunicações e notificações e a conversão do requerimento de despejo em título para a desocupação do local são efetuados por meios eletrónicos».

Quando existir oposição ao despejo pelo inquilino, o processo é distribuído a um juiz. «A desocupação do locado é competência dos agentes de execução ou dos notários que tenham manifestado a vontade de fazer parte da lista do balcão, junto da Câmara dos Solicitadores ou da Ordem dos Notários», lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

A nova lei do arrendamento prevê a limitação na atualização das rendas durante cinco anos para agregados familiares com um rendimento anual bruto corrigido inferior a cinco retribuições mínimas nacionais.

Assim, o teto máximo de subida será 25%, enquanto nos casos de rendimentos até 1.500 euros mensais será de 17% e nos de 500 euros mensais de 10%.

O Governo aprovou também as normas técnicas do rendimento anual bruto corrigido (RABC) para permitir a aplicação de máximos nas atualizações dos valores dos arrendamentos urbanos, que beneficiarão as famílias com insuficiências económicas.

Foi ainda aprovado hoje o diploma legal para a determinação do nível de conservação dos prédios urbanos para efeitos no arrendamento, reabilitação urbana e conservação do edificado.

O regime dá um «papel central» às câmaras municipais ou às sociedades de reabilitação urbana (empresas municipais). «A determinação do nível de conservação é realizada por arquiteto, engenheiro ou engenheiro técnico».

O Governo aprovou a alteração do regime jurídico da urbanização e edificação, ao incluir a «determinação do nível de conservação».

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pode usar PPR para pagar empréstimo da casa

Lei já foi publicada e entra em vigor a 1 de janeiro de 2013. Governo cria ainda regime extraordinário de proteção de devedores.




Os clientes que contraíram um empréstimo com o banco para compra de casa poderão resgatar dinheiro dos Planos Poupança Reforma (PPR) para pagar prestações, sem serem penalizados por isso.

É o que está previsto na nova lei publicada esta sexta-feira em Diário da República, e que entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2013.

O diploma estabelece então que os aforradores possam resgatar antecipadamente os PPR «para pagamento de prestação de crédito à aquisição de habitação própria e permanente».

«Lei só devia ser aplicada em casos extremos»

Recentemente, a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) criticou a possibilidade de usar as verbas cativas nos PPR para pagamento das prestações do crédito à habitação, sem devolver ao Estado os benefícios fiscais obtidos aquando da sua subscrição.

Embora tenha sublinhado que esta «foi uma decisão aprovada por unanimidade na Assembleia da República», o presidente da APS, Seixas Vale, advertiu que ela «tem que ser aplicada somente em circunstâncias muito bem definidas, em casos extremos, devido ao impacto que a medida pode ter sobre a atividade das seguradoras, que assumem compromissos de investimento tendo por base as maturidades acordadas com os aforradores».

A APS estima que 2012 feche com um total de mil milhões de euros aplicados neste produto de poupança.

Incumpridores podem começar a renegociar 2ª feira

As famílias com crédito à habitação em incumprimento podem começar a renegociar o empréstimo com o banco a partir de segunda-feira, depois de hoje ter sido também publicado em Diário da República um regime de extraordinário de proteção de devedores «em situação económica muito difícil».

O regime aplica-se «às situações de incumprimento de contratos de mútuo celebrados no âmbito do sistema de concessão de crédito à habitação destinado à aquisição, construção ou realização de obras de conservação e de beneficiação de habitação própria permanente de agregados familiares que se encontrem em situação económica muito difícil e apenas quando o imóvel em causa seja a única habitação do agregado familiar e tenha sido objeto de contrato de mútuo com hipoteca».

As instituições de crédito têm liberdade para «conceder aos mutuários de crédito à habitação condições mais favoráveis do que as previstas na presente lei».

No entanto, os agregados familiares têm de cumprir vários requisitos para aceder a este regime. Segundo disse a Deco à Lusa em setembro, tendo apenas em conta os critérios dos rendimentos do agregado familiar, «mais de 60% dos pedidos de ajuda [na Deco] ficariam excluídos».

Há mais novidades: entra em vigor amanhã uma alteração à lei que passa de 70% para 85% o valor base da primeira licitação quando uma casa vai a hasta pública por penhora.

Já em Dezembro passa a ser proibido aumentar o spread do empréstimo à habitação, isto é, a margem de lucro do banco, em caso de arrendamento da casa devido a mudança de local de trabalho de pelo menos 50 quilómetros; desemprego e renegociação contratual em caso de divórcio, separação ou morte de um dos cônjuges.

Neste caso, o banco apenas não pode aumentar os encargos se a pessoa que ficar como titular do empréstimo comprovar que a prestação representa uma taxa de esforço inferior a 55% dos seus rendimentos ou 60% num agregado com dois ou mais dependentes.

Os bancos só podem ainda cessar o contrato de concessão de crédito à habitação se houver pelo menos três prestações não pagas. Também a aprovação de crédito, seja para habitação ou outros, «deve atender ao perfil de risco da operação de crédito».

 Fonte: Agência Financeira
www.motivo-certo.pt

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Banco de Portugal Alerta: O crédito malparado vai continuar a subir



O banco central alerta que, apesar da melhoria das condições no sistema bancário, o incumprimento de enpresas e famílias vai continuar a crescer.
"O incumprimento dos particulares e, principalmente, das empresas deverá assim continuar a aumentar nos próximos trimestres", avisou hoje o Banco de Portugal no Relatório de Estabilidade Financeira. Os principais riscos para o sistema financeiro resultam da situação económica interna, de uma eventual revisão em baixa do crescimento global e também da persistência de interacção entre a divida publica e os bancos.

Este último ponto foi aliviado recentemente com o anúncio do novo programa de compra de divida do BCE e também a União Bancária que esta a ser preparada a nível europeu. Com isto os juros da divida e os prémios dos credit default swaps (CDS) dos países periféricos tem estado com tendência de descida desde o verão, mesmo com algumas oscilações.

Para lidar com o agravamento do crédito malparado, o banco central lembra que "é importante assegurar que este processo seja consistente com a reestruturação em curso da economia portuguesa e que não adie a dinâmica de recuperação económica a médio prazo". Por isso, recomenda que a situação financeira das empresas e das famílias seja "acompanhada no sentido de identificar possíveis medidas que atenuem os efeitos do elevado endividamento destes setores na sua capacidade de financiamento e no seu grau de incumprimento junto do sistema bancário".
www.motivo-certo.pt 
 Adaptado de:  João Silvestre (www.expresso.pt)
13:00 Quinta feira, 29 de novembro de 2012

sexta-feira, 30 de março de 2012

Arrendar ou Comprar: qual a melhor opção para si?

Para a maior parte das pessoas, há uma altura que define o modo como a sua vida vai ser vivida, influenciando entre outros o dinheiro disponível todos os meses e a mobilidade no território nacional. Este momento é quando uma pessoa ou um casal opta por comprar ou arrendar uma casa.

A aquisição de uma casa ou apartamento traz vantagens em termos de conforto, sabendo o seu proprietário que em condições normais, terá sempre um local onde residir, não estando exposto aos humores do senhorio. Já o arrendamento de uma habitação traz vantagens em termos de mobilidade, caso seja necessário mudar para um apartamento maior devido ao crescimento da família ou então mudar de localidade para correr atrás de um emprego melhor.


Não é fácil escolher entre o arrendamento e a compra, por isso é necessário que cada pessoa pese os prós e os contras dessa decisão. Como principais factores de escolha contam-se o tipo de vínculo no emprego, em caso de estar actualmente a trabalhar, o valor da renda ou da prestação com crédito à habitação e muitos outros custos que podem entrar na equação como o custo com condomínio ou os encargos com impostos. A quantidade de empresas e de comércio em redor da habitação e a proximidade da família também podem ser pilares importantes na hora de escolher entre a compra ou arrendamento bem como os acessos da localidade e a distância a outras localidades.

ARRENDAMENTO
VANTAGENS
Ao contrário do que acontece quando a habitação é adquirida, nos arrendamentos o senhorio é responsável por quaisquer obras ou reparações que sejam necessárias efectuar. A facilidade em mudar de casa ou apartamento é muito superior nos casos em que se arrenda, sendo necessário apenas cumprir o período de aviso ao senhorio estabelecido no contrato.
Além disso, despesas com impostos e condomínio deixam de fazer parte da sua lista de encargos, e não terá de ter uma substancial entrada para conseguir uma prestação com o crédito à habitação mais em conta, se a sua alternativa fosse comprar a casa com recurso a um empréstimo bancário.

CONTRAS
Para algumas pessoas, o arrendamento de casa é um mau negócio porque o dinheiro que se paga ao senhorio serve apenas para manter a casa mensalmente, não podendo ser considerado um investimento a longo prazo para um activo que se juntará ao seu património.
O pagamento da renda e das contas mensalmente pode levar a que não se consiga poupar para uma futura compra de casa. No caso de arrendar um apartamento com outras pessoas, é importante conhecer bem essas pessoas antes de assinar o contrato de arrendamento, para evitar problemas de atrasos de pagamentos ou de falta de cooperação na manutenção da habitação.

QUEM DEVE OPTAR POR ARRENDAR?
A opção entre o arrendamento e a compra é pessoal e varia de acordo com vários factores. No entanto, a opção pelo arrendamento é mais ajustada a quem pretende mudar de apartamento rapidamente, por questões familiares ou de trabalho, ou a quem não tiver um contrato de emprego estável, não conseguindo assim garantir o cumprimento de um empréstimo para aquisição de habitação. Alguns casos de arrendamento podem também ser a única solução, se as condições para compra a crédito forem demasiado onerosas ou se o empréstimo for, simplesmente, recusado.

COMPRA
VANTAGENS
compra de uma casa pode ser encarada como um investimento a longo prazo, tendo sempre o proprietário a possibilidade de vender ou arrendar a casa no futuro. Na compra da casa evita-se a por vezes conflituosa relação com o senhorio e ganha-se liberdade, em termos de possíveis alterações que queira efectuar, como obras ou transformações de divisões. Ao adquirir uma habitação sabe que terá sempre esse porto de abrigo, e que não estará exposto aos planos do senhorio.
Outra das vantagens, é a de existirem excelentes oportunidades de negócios, ao optar por comprar casas penhoradas peços bancos, ou imóveis penhorados pelas finanças.

CONTRAS
Inundações, danos na habitação ou obras de melhoramento ficam a cargo do proprietário. No caso de adquirir a habitação com recurso a um empréstimo, há que ter em atenção que o valor da prestação pode alterar-se de três em três, de seis em seis, ou de 12 em 12 meses, dependendo da evolução das taxas de juro de mercado (no caso de crédito a taxa variável). Ao adquirir a habitação tenha também em conta os valores que tem que pagar no que respeita ao imposto municipal sobre a transmissão onerosa de imóveis (IMT), liquidado no acto da compra, e ao imposto municipal sobre imóveis (IMI), liquidado anualmente. Além destes impostos, é também necessário pagar as despesas da administração e gestão do condomínio, bem como seguros associados à compra de casa. As possibilidades de desvalorização da casa e as possíveis dificuldades associadas à venda são outros dos contras existentes.

QUEM DEVE OPTAR POR COMPRAR
A aquisição de uma casa implica normalmente que os proprietários residam nessa mesma casa durante um longo período de tempo, já que a venda do imóvel poderá não ser tão rápida quanto a saída de uma casa arrendada. Quem tiver estabilidade no emprego e que não preveja mudanças de localização por motivos profissionais está mais apto a poder adquirir habitação própria. Esta opção é normalmente tomada por quem conseguiu poupar algum dinheiro, de modo a conseguir obter o empréstimo mais facilmente e com condições mais vantajosas.



fonte: adaptado de: http://www.saldopositivo.cgd.pt/

sexta-feira, 23 de março de 2012

Casas Penhoradas pelos bancos. Um bom INVESTIMENTO?

Quem está a pensar comprar casa nos próximos tempos, deverá deparar-se com muitas adversidades. A época do crédito fácil parece ter chegado ao fim uma vez que desde o início de 2010 a concessão do crédito vive uma nova realidade: o fim do financiamento a 100 por cento do valor do imóvel, a necessidade de maiores garantias e subidas nos spread.

Todavia, estas não podem ser razões para que deixe de comprar casa, ou que fique privado de possuir uma habitação. Em tempos de crise é habitual surgirem as melhores oportunidades de negócio. Uma delas, é o investimento em casas penhorados pelos bancos, a outra é aproveitar os descontos que aparecem em muitas habitações que permanecem à venda por largos períodos de tempo.

ESTIMULO NOS BANCOS
Executar hipotecas e ficar dono de casas cujos mutuários deixaram de conseguir pagar não é o desejo dos bancos, que têm como função principal receber poupanças e emprestar à economia. Portanto, quanto mais rápido as instituições financeiras venderem estes imóveis, mais rapidamente conseguem recuperar o capital emprestado e realizar liquidez, já que o negócio dos bancos não é ter casas, mas sim ter dinheiro para emprestar. A venda destes imóveis pode ser útil para fechar empréstimos em incumprimento e melhorar os rácios dos balanços dos bancos.

VANTAGENS EM INVESTIR EM IMÓVEIS PENHORADOS
Existe um conjunto de vantagens para quem pretende procurar um imóvel penhorado. Conheça-as:
  • Financiamento até 100 por cento do valor da habitação;
  • Dispensa de avaliação e de encargos inerentes;
  • Isenção de comissão de estudo;
  • Dispensa de realização dos registos provisórios;
  • Oferta do serviço de Documentos Habitação;
  • Prazo do crédito habitação até 50 anos;
  • Spreads mais baixos.

DESVANTAGENS DESTES IMÓVEIS
  • Nem sempre a localização destes imóveis é a mais procurada, ou vai de encontro às necessidades das pessoas, uma vez que muitos deles se situam nas áreas suburbanas de Lisboa e do Porto.);
  • Escolha limitada ao stock existente.
ONDE ENCONTRAR ESTAS OPORTUNIDADES?

Nos últimos tempos os principais bancos a operarem no país, têm lançado algumas campanhas para dinamizar as vendas das casas executadas. Para quem está interessado neste negócio deverá informar-se nas agências bancárias. No passado dia 21 de Março, a Caixa Geral de Depósitos lançou a campanha “Primavera” a decorrer durante toda a estação. Até dia 21 de Junho de 2011, os clientes que estiverem interessados em adquirir ou arrendar imóveis da CGD, vão poder usufruir das condições especiais, acima referidas. No site MOTIVO CERTO  pode encontrar informação sobre estas casas e ver o que existe em stock.
Além do negócio directo com os bancos, as agências de mediação imobiliária também têm auxiliado este processo. Recentemente a agência Motivo Certo recebeu cerca de 100 imóveis penhorados e garante tratar-se de um oportunidade única de investimento, não só pelos preços competitivos, mas também pelas vantajosas condições de financiamento juntos dos bancos proprietários destas casas.

adaptado de: www.saldopositivo.cgd.pt 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Apartamento T1, em São Marcos (Casal Cotão) - Casa de Banco

Casa penhorada pelo banco.

As casas de bancos permitem uma maior facilidade em obter um financiamento até 100%.
Avaliação praticamente garantida. Oferta de despesas de avaliação e despesas de dossier.

Sala ampla, com varanda.
Cozinha de 14 m2, espaçosa, com móveis lacados a branco , bancada em granito e uma despensa de 1 m2.
Casa Banho de 4 m2, com móvel, lavatório e banheira com resguardo.
Quarto de 12 m2, com roupeiro de 2 portas.
Arrecadação transformada em quarto interior de 15 m2 com roupeiro




Ref. 124/12

http://www.motivo-certo.pt/pt/detalhe.htm?RID=4847829

sábado, 20 de agosto de 2011

T3 em Fitares. Sala com Lareira - CASA DE BANCO

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Sala de 25 m2, com lareira e recuperador de calor, pavimento em cerâmico.


Cozinha de 12 m2, com móveis lacados a branco e bancada em granito.


Casa Banho de 3,5 m2, com móvel, lavatório e banheira.
Hall de 6 m2, com tecto falso, pavimento em cerâmico e uma despensa de 1 m2.
Corredor de 4 m2
Quartos de 10 m2 e 12 m2, pavimento de ambos em lamparquet.
Suite de 2 m2 com dois roupeiros de 2 e 3 portas, pavimento em lamparquet.
Casa Banho - Suite com móvel, lavatório e banheira.

Preço: 107.000 €
Possibilidade de financiamento a 100%

0% de spreead nos primeiros 6 meses
Para mais informações contacte pelo telefone 21 922 94 70 ou visite o nosso site em www.motivo-certo.pt/

T2 Duplex, com Terraço em Fitares. Recente e muito estimado. CASA DE BANCO

Sala de 24 m2, lareira com recuperador de calor, pavimento em cerâmico e uma varanda de 3 m2.

Cozinha de 11 m2, com móveis em carvalho e bancada em granito.


Hall de 8 m2, com tecto falso, roupeiro de 2 portas, pavimento em cerâmico e uma despensa de 1 m2.
Casa Banho de 6 m2, com móvel, lavatório e poliban.
Casa Banho 1 de 3,50 m2, com janela, móvel, lavatório e banheira.
Quartos de 20 m2 e 17 m2, ambos com closet de 2 m2, roupeiros de 2 portas, pavimento de ambos em lamparquet e um deles com acesso ao terraço.
Terraço de 14 m2.
Preço: 92.000 €

Possibilidade de financiamento a 100%
0% de spreead nos primeiros 6 meses

Para mais informações contacte pelo telefone 21 922 94 70 ou visite o nosso site em http://www.motivo-certo.pt/

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mediadoras imobiliárias menos confiantes em 2010

De acordo com o último estudo divulgado pela APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal), o ano de 2010 “tem sido percepcionado de forma negativa pela mediação imobiliária”, fruto do quadro de incerteza e do “discurso de austeridade” que tem pautado também este mercado nacional.

Segundo a APEMIP, estes factores têm condicionado a forma como as empresas de mediação imobiliária encaram o futuro, “em linha com a erosão da confiança, tanto de consumidores, como dos demais actores económicos”.

Os principais obstáculos identificados pelas empresas de mediação imobiliária “reportam-se mais à esfera financeira do que propriamente ao actual cenário macroeconómico”, revela esta Associação.

“A dificuldade de obtenção de crédito à habitação e o crescente desfasamento entre o valor de avaliação bancária e o real valor do imobiliário avaliado são os dois maiores obstáculos que não permitem a desejada fluidez das transacções e a concretização de negócios”, aponta.

 Ainda um outro factor que está a contribuir para um ajuste em baixa da forma como as empresas encaram o mercado é a diminuição do poder de compra das famílias, “aspecto indissociável da actual precariedade laboral e de todo um conjunto de medidas de austeridade anunciadas, cuja implementação contribuirá provavelmente para uma nova contracção da procura”.


Segundo o estudo divulgado no Catálogo de Estudos de Mercado, referente a Setembro/Outubro, “as incertezas que caracterizam o presente e o futuro próximo convidam a uma atitude conservadora por parte das empresas de mediação imobiliária”, que expressam reservas quanto ao desempenho da actividade até ao final deste ano.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bancos ponderam aumentar "spreads" nos créditos

Perspectivas das instituição bancárias foram hoje comunicadas ao Banco de Portugal.



Se conseguir um crédito por estes dias já é difícil, pior vai ficar até ao final do ano. É isso que os cinco maiores bancos portugueses perspectivam, no inquérito divulgado hoje pelo Banco de Portugal.

O sinal já está dado no aumento dos "spreads" e das restrições na concessão de crédito tanto às famílias como às empresas, que o sentiram no terceiro trimestre deste ano.



A maior restrição foi, no entanto, para as empresas, independentemente da sua dimensão e da duração dos empréstimos e assim deverá manter-se neste último trimestre com os cinco maiores bancos a anteciparem critérios mais apertados.

Já para os empréstimos a particulares, para compra de casa, perspectiva-se um ligeiro aumento das restrições. Nos créditos ao consumo os critérios devem manter-se como estão.

A justificar, os bancos citam a deterioração das condições de acesso ao financiamento de mercado, a posição de liquidez das instituições e, em menor grau, o custo de capital e a percepção de riscos.

A crise de dívida pública, mantém também o mercado de financiamento externo fechado para os bancos portugueses, o que resulta num agravamento dos custos de financiamento da banca.

Para este trimestre é de esperar um agravamento dos "spreads", sendo que os bancos acreditam que os pedidos de empréstimos para compra de casa vão diminuir.

http://www.motivo-certo.pt/
Fonte: Rádio Renascença

Apartamento T2, na Tapada das Mercês - Excelente Oportunidade

Apartamento estimado, próximo de escolas e da estacão da CP.


Hall de 6,72 m2, tecto falso.
Sala de 20 m2,pavimento em cerâmico e uma varanda comum a um dos quartos de 1,5 m2.


Cozinha de 11 m2, móveis lacados a branco, bancada em granito e uma despensa de 1 m2.


 Quartos de 11 m2 e 14 m2, roupeiros de 2 e 3 portas, pavimentos em lamparquet



 Casa Banho de 4,80 m2, móvel, lavatório e banheira.
Hall de quartos de 4,5 m2.
Arrecadação.

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http://www.youtube.com/watch?v=znyDupvXZGM

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Apartamento T2, em Condominio Fechado - Algueirão - Sintra

Apartamento em condomínio fechado em excelente estado de conservação.

Sala de 26 m2, pavimento em cerâmico, varanda de 8,69 m2 comum á cozinha.


Cozinha de 12 m2, móveis em faia, placa, forno, combinado, máquina de lavar roupa e loiça, bancada em granito e uma despensa.


Quartos de 13 m2 e 17,22 m2, um deles com roupeiro de 3 portas em carvalho, varanda de 8 m2 comum e pavimento em flutuante.



Garagem de 31 m2.
Hall de 12 m2, tecto falso em madeira.
Casa Banho de 4,90 m2, janela, móvel, lavatório e banheira com resguardo.
*Aquecimento central.
*Aspiração central.
*Porta blindada.
*Video porteiro.

Apartamento T3, em Oeiras - Como Novo

Apartamento recente com áreas generosas e excelente qualidade de construção
Sala de 36 m2, lareira com recuperador de calor, pavimento em flutuante e uma varanda de 7 m2.


Cozinha de 13 m2, móveis em faia, placa, forno,combinado, micro-ondas, máquina de lavar e secar roupa,máquina de lavar loiça e bancada em granito.

Marquise de 2 m2.

Suite de 21 m2, dois roupeiros de 3 portas cada, pavimento em flutuante.
Casa Banho - Suite de 5 m2, janela, móvel, lavatório e banheira.

Quartos de 14 m2 cada, roupeiros de 2 e 3 portas, pavimentos em flutuante.
Hall de 7,6 m2, tecto falso, roupeiro e pavimento em lamparquet.
Casa Banho de serviço com 3 m2, móvel, lavatório.
Casa Banho de 5 m2, móvel, lavatório e banheira.
Hall de quartos de 5 m2,pavimento em lamparquet.
Escritório de 6 m2, pavimento em flutuante.
*Aspiração central.
*Aquecimento central.
*Ar condicionado.
*Música ambiente.
*Caixilharia com corte térmico.
*Vidros duplos.
*Estores eléctricos.
*Fechaduras de segurança.
Arrecadação na cave de 8 m2.
Parqueamento para 1 carro.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Apartamento T2, em Campo de Ourique totalmente remodelado

Apartamento totalmente remodelado, no centro de Lisboa.
Sala de 26 m2, pavimento em flutuante.
 Cozinha de 10 m2, móveis lacados a branco, placa, forno, exaustor, esquentador, máquinas de lavar roupa e loiça, varanda de 3 m2 e uma despensa de 2 m2.
Corredor de 6 m2, pavimento em flutuante.
Hall de 2 m2, pavimento em flutuante.
Casa Banho de 5 m2, janela, móvel, lavatório e banheira com resguardo.

Quartos de 9 m2 e 15 m2, um deles com roupeiro de 3 portas de correr espelhadas,varanda de 3 m2, pavimentos em flutuante.

Poderá consultar outras imagens em: http://www.motivo-certo.pt/pt/detalhe.htm?RID=4184022

Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-me: Tel. 21 922 94 70

Banco de Portugal obriga bancos a fornecer a avaliação dos imóveis, aos clientes

O banco central exige que as instituições disponibilizem aos seus clientes o relatório de avaliação do imóvel destinado a garantir o crédito à habitação.



O Banco de Portugal emitiu ontem um comunicado nesse sentido após ter tido “conhecimento de que algumas instituições de crédito não disponibilizam aos seus clientes o relatório de avaliação do imóvel destinado a garantir o crédito à habitação, mesmo quando o respectivo custo é suportado por esses clientes”.

Nesse sentido, e invocando “deveres de transparência e de lealdade” para com os clientes, o Banco de Portugal adianta que informou as instituições financeiras “de que a disponibilização do relatório de avaliação do imóvel não só corresponde a uma boa prática nas suas relações com os clientes, como dá cumprimento aos deveres de conduta, designadamente de transparência, a que as instituições estão obrigadas”.

Fonte: Económico

Valor médio da avaliação desce

Todas as pessoas que estão dependentes de um empr+estimo bancário, para a compra de casa, estão não maior parte dos casos também dependentes de uma boa avaliação do imóvel que pretendem comprar, até porque cada vez mais a banca se defende, financiando para a compra de habitação, na maior parte dos casos, até 80% do valor dessa avaliação.

Pois bem, segundo o INE, o valor médio de avaliação bancária de habitação no Continente fixou-se, no 4º Trimestre de 2009, em 1154 euros/m2, correspondendo a uma diminuição trimestral de 0,9% e a um acréscimo de 0,2% face ao trimestre homólogo. Nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, as variações face ao trimestre anterior foram, respectivamente, de -1,2% e de -1,0%. O valor médio de avaliação bancária registou no ano de 2009 uma redução de 2,6% face ao ano anterior.

Instituto Nacional de
Estatistica - Portugal
São dados estatisticos nacionais e que pouco poderão dizer para o "nosso" caso particular, mas que indicam uma tendência de diminuição destes valores, com implicações directas na maior dificuldade de obtenção de empréstimo bancário para a compra de casa.

Certificação Energética

Desde dia 1 de Janeiro de 2009 é obrigatória a apresentação de um Certificado Energético e da Qualidade do Ar Interior em todas as transacções imobiliárias (compra e venda e arrendamento).

A emissão dos Certificados Energéticos é realizada on-line, no Portal na Internet da ADENE, por Peritos Qualificados e encontra-se em ligação directa com a base de dados on-line dos serviços de Notariado.

Este certificado reflecte de uma forma clara e inequívoca o grau de desempenho energético-ambiental da respectiva fracção autónoma e, também, quanto “verde” é de facto – desde uma classe G (nada verde) a uma classe A (muito verde). Apesar de se tratar de mais um ‘documento’ que somos obrigados a acrescentar a um processo sobejamente burocrático, a verdade é que se trata do primeiro e único documento que reflecte a qualidade do imóvel de forma quantificada e que nos permite fazer uma ligação entre o meio edificado, a nossa saúde e o nosso bem-estar.

Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-me: Tel. 21 922 94 70

Apresentação

Pretende-se com este blog, criar uma extensão da tradicional página de internet das imobiliárias, para fornecer um pouco mais de informação a todos os que estejam a poderar na possibilidade de comprar uma casa. Não só informação sobre casas, mas também filmes, que irão (esperamos nós) transmitir outra percepção sobre cada um dos imóveis.

O distrito de Lisboa, será aquele que irá apresentar a maioria da nossa oferta, quer de apartamentos novos, como usados..

Para começar, apresento uma breve apresentação em video sobre um T2, na Rinchoa, como novo e com parqueamento para um carro.


Pretende-se também esclarecer duvidas e apresentar informação actualizada sobre a "burocracia" que envolve a compra de uma casa, quer a nivel da compra própriamente dita, como também do processo bancário, sempre que este seja necessário.

Poderá consultar outras alternativas em http://www.motivo-certo.pt/

Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-me: Tel. 21 922 94 70