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segunda-feira, 29 de abril de 2013

S&P: Preços das casas em Portugal caem 1,5% este ano

Economista da agência de “rating” coloca Portugal entre os países europeus em que o mercado imobiliário irá sentir de forma mais gravosa a recessão económica. Preços devem cair pelo terceiro ano consecutivo, em 2013, mas podem estabilizar no próximo ano.
“O mercado imobiliário residencial continua a derrapar gradualmente, com a procura a fraquejar”, escreve a economista Sophie Tahiri. “As famílias não estão dispostas a comprar casas porque a confiança do consumidor está a cair, o desemprego parece dirigir-se para os 18% este ano, e os rendimentos estão a descer”, acrescenta.

A agência projecta uma desvalorização média de 1,5% dos preços das casas, depois do recuo de 2,7% em 2012 e de 0,8% em 2011.

A contracção é a quinta maior entre os nove países europeus analisados. Segundo a S&P, os preços das casas em Espanha vão afundar 8% e mais 5% no próximo ano. O mercado vai também cair em França, Itália e Holanda, mas vai subir na Alemanha, Reino Unido e Bélgica.

Em Portugal, “apesar das iniciativas tomadas pelos bancos e pelo Governo, continuamos a acreditar que o mercado imobiliário vai continuar deprimido no curto prazo, devido à deterioração das condições do mercado de trabalho, baixa confiança, ajustamento permanente dos rendimentos e acesso apertado ao crédito”.

A S&P acredita, no entanto, que ao contrário dos outros quatro países com queda dos preços em 2013, o mercado imobiliário em Portugal vai parar de cair em 2014. “Em comparação com Irlanda ou Espanha, Portugal não tem um excesso de oferta de casas, resultado do desempenho económico fraco e décadas de controlos sobre as rendas”, assinala a agência.

Fonte: Jornaldenegócios.pt
www.motivo-certo.pt

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Regresso dos ingleses ao imobiliário português

O encanto que Portugal produz nos ingleses nunca desapareceu e agora chegou o momento de voltarem a investir numa segunda habitação no nosso país.


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Os vistos Golden Visa não são os únicos incentivos para comprar imobiliário português, os benefícios fiscais e outras medidas atractivas para conquistar investimento estrangeiro lançadas recentemente e os preços competitivos praticados em Portugal, são algumas das razões apontadas para este interesse no mercado imobiliário português. A par naturalmente da localização, segurança do país e do clima.
É para conquistá-los definitivamente, o melhor do imobiliário irá mostra-se em Londres entre os dias 14 e 16 de Junho, no Salão Imobiliário de Portugal no Royal Horticultural Halls. Um evento que terá o ponto de partida com a tradicional conferência anual de imobiliário e que este ano será sobre o tema ‘Investir em Imobiliário português – O momento é este’. O mercado inglês é responsável pela compra entre 2004 e 2008 de cinco mil habitações em Portugal por ano.

Portugal surge como o 4º país mais procurado na internet
A Câmara de Comércio Portugal Reino Unido é a entidade organizadora do Salão em Londres e tem também como parceiro estratégico a AIP – Associação Industrial Portuguesa através do Salão Imobiliário de Portugal (SIL). Christina Hippisley, responsável pela Câmara de Comércio Portugal Reino Unido, refere que chegou a hora de fazer uma feira a sério na Inglaterra e mostrar o que Portugal tem de melhor em matéria de imobiliário. “Os ingleses estão novamente a comprar fora do país, depois de quatro anos cautelosos. Cerca de 80% dos ingleses pesquisam na internet uma segunda casa para comprar, sendo que no maior site inglês, Portugal surge como o 4º país mais procurado, só ultrapassado pelo EUA, França e Espanha”, explica.


60 mil ingleses têm casa no nosso país
Além dos incentivos já referidos, os ingleses também preferem a compra ao arrendamento e cerca de 60 mil ingleses vivem em Portugal. Christina Hippisley adianta que os ingleses adquirem casas para férias em Portugal mas agora não a pensar em investimento para valorizar. “Uma família com dois filhos ou mais se vier todos os anos a Portugal de férias, começa a fazer contas e o dinheiro que gasta em hotéis ou casas arrendadas não compensa e preferem comprar porque em quatro anos o investimento é recuperado”, explica Christina Hippisley. Os ingleses compram casas com valores em média na ordem dos 250 mil a 600 mil euros.
Até ao momento já estão confirmadas as participações da Caixa Geral do Depósitos, BES, Santander Totta, a Associação Portuguesa de Resorts e o Grupo Pestana e a sociedade de advogados Neville de Rougemont & Associados. O Salão irá ocupar 700 m2 e Christina Hippisley revela que prevê 300 a 400 visitantes por dia.
“A hora chegou, de voltar a trazer investimento inglês para o imobiliário português. Os ingleses já estão novamente e procurar e a comprar no estrangeiro e Portugal tem tudo para conquistá-los”, conclui.


Fonte: www.diarioimobiliario.pt/
www.motivo-certo.pt
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Número de edifícios muito degradados em Portugal diminuiu 36% em 10 anos


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Entre 2001 e 2011 baixou em 36% o número de edifícios muito degradados em Portugal e em 40,4% o número de edifícios a necessitar de grandes reparações.
 Segundo o estudo realizado pelo Instituto Nacional de Estatísticas, incidente sobre a Reabilitação do Parque Habitacional entre 2001 e 2011, o número de edifícios clássicos aumentou 12,2%, registando-se uma diminuição de 36% no número de edifícios clássicos muito degradados em Portugal e 40,4% a precisar de grandes reparações.

Neste momento, são já 71,2% os edifícios, exclusivamente residenciais, a apresentar bom estado de conservação, o que corresponde a um acréscimo de 650.000 edifícios em 10 anos.
Lisboa e o interior Centro e Norte, apresentam o maior número de alojamentos familiares clássicos em edifícios a necessitar de grandes reparações. O Município de Lisboa representa cerca de 11,8% do total do país.

O Grande Porto manteve o maior número de edifícios em mau estado de conservação, apesar de redução em dez anos de 51%, com mais de 26.000 destes casos.

No lado oposto, os Açores foi a região de Portugal que teve uma queda de edifícios em mau estado de conservação. A região teve uma queda de 58,6%. Já a Madeira apenas conseguiu uma queda na ordem dos 12%, muita afastada da média nacional.

Um dos números mais expressivos deste estudo é o aumento de obras de reabilitação em edifícios de apartamentos, na década de 2001 a 2011. Estas aumentaram 154% em Portugal e representam já 9,1% do total de obras de reabilitação licenciadas.

Grande Lisboa, Tâmega e Algarve representam 26,6% do total do país em obras de reabilitação licenciadas. Já as regiões do Interior Centro, como a Serra da Estrela, apresentaram uma diminuição de 29% em obras de reabilitação.

Fonte: Jornal de Negócios
www.motivo-certo.pt

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terça-feira, 27 de março de 2012

Apartamento T1 na Venda Nova - Amadora. CASA DE BANCO

Casa penhorada pelo banco.

As casas de bancos permitem uma maior facilidade em obter um financiamento até 100%.
Avaliação praticamente garantida. Oferta de despesas de avaliação e despesas de dossier.


Apartamento em razoável estado de conservação. Necessita de uma pequena modernização.
52.000 €




Para mais informações, ou para consultar outros apartamentos penhorados, ou casas de bancos, contacte pelo telefone 21 922 94 70 ou visite o nosso site em www.motivo-certo.pt

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Impacto das medidas do FMI

As principais implicações no mercado imobiliário estão no sector da habitação:

                                            Ter casa vai ficar mais caro.

O objectivo para o sector da habitação passa por, e transcrevo, «improve households' access to housing: foster labour mobility; improve the quality of housing and make better use of the housing stock; reduce the incentives for households to build up debt».

O mercado de arrendamento deverá sofrer alterações legislativas, já a partir do 3º trimestre de 2011, nomeadamente prevendo limitações na transmissão dos arrendamentos a descendentes, revisão do esquema de crescimento e controlo das rendas, redução do prazo de pré-aviso de término de contratos para os proprietários e agilização de despejos por falta de pagamento de rendas para um prazo máximo de 3 meses.

Adicionalmente, o arrendamento habitacional deverá ser potenciado, nomeadamente através da limitação das deduções fiscais com rendas e juros de crédito habitação. O pagamento de capital não terá, sequer, qualquer direito a dedução. Imóveis devolutos verão um acréscimo de fiscalidade.

A fiscalidade no sector deverá aproximar-se mais de uma tributação em sede de IMI, e menos em sede de IMT.

As isenções de IMI terão de ser substancialmente revistas já para 2012 e no final desse ano, o Governo deverá ter já procedido a uma reavaliação dos activos imobiliários no sentido de recolher mais receita fiscal e aproximá-los de um valor de mercado.

A revisão do IMI, para 2012, terá de representar um acréscimo de receita fiscal de € 250 milhões. Já a revisão do valor dos imóveis em 2013, para efeitos fiscais, deverá significar um acréscimo de receita fiscal de € 150 milhões.


Por fim, diz o documento que o Governo deverá proceder a uma profunda revisão do sector da habitação com o apoio de experts de reputação internacional. Nós, por cá, pelos vistos não devemos perceber lá grande coisa disto...