quinta-feira, 5 de maio de 2011

O Impacto das medidas do FMI

As principais implicações no mercado imobiliário estão no sector da habitação:

                                            Ter casa vai ficar mais caro.

O objectivo para o sector da habitação passa por, e transcrevo, «improve households' access to housing: foster labour mobility; improve the quality of housing and make better use of the housing stock; reduce the incentives for households to build up debt».

O mercado de arrendamento deverá sofrer alterações legislativas, já a partir do 3º trimestre de 2011, nomeadamente prevendo limitações na transmissão dos arrendamentos a descendentes, revisão do esquema de crescimento e controlo das rendas, redução do prazo de pré-aviso de término de contratos para os proprietários e agilização de despejos por falta de pagamento de rendas para um prazo máximo de 3 meses.

Adicionalmente, o arrendamento habitacional deverá ser potenciado, nomeadamente através da limitação das deduções fiscais com rendas e juros de crédito habitação. O pagamento de capital não terá, sequer, qualquer direito a dedução. Imóveis devolutos verão um acréscimo de fiscalidade.

A fiscalidade no sector deverá aproximar-se mais de uma tributação em sede de IMI, e menos em sede de IMT.

As isenções de IMI terão de ser substancialmente revistas já para 2012 e no final desse ano, o Governo deverá ter já procedido a uma reavaliação dos activos imobiliários no sentido de recolher mais receita fiscal e aproximá-los de um valor de mercado.

A revisão do IMI, para 2012, terá de representar um acréscimo de receita fiscal de € 250 milhões. Já a revisão do valor dos imóveis em 2013, para efeitos fiscais, deverá significar um acréscimo de receita fiscal de € 150 milhões.


Por fim, diz o documento que o Governo deverá proceder a uma profunda revisão do sector da habitação com o apoio de experts de reputação internacional. Nós, por cá, pelos vistos não devemos perceber lá grande coisa disto...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Microcimento

Microcimento é um revestimento liso, cimentifico e polimerico que se diferencia pela sua resistência e versatilidade. Apenas com uma espessura de cerca de 2 a 5mm, ideal para obras e remodelações, sem causar o habitual transtorno das obras (entulhos, pó, cheiros, etc), uma vez que não é necessário modificar as superficies de aplicação por ter uma elevada capacidade de aderência a qualquer tipo de material, poupando tempo e dinheiro.

É um material que marca a diferença na decoração / ambiente onde é aplicado, devido ao facto de ser um produto artesanal e manual, o que lhe confere umas nuances muito caracteristicas e únicas. Pode efectuar uma combinação de cores e desenhos, criando um chão / parede única e diferente dos demais.

Graças às suas propriedades pode ser aplicado em quase todas as superfícies, tanto no exterior como no interior,

O Microcimento é o material de eleição dos Arquitectos e Decoradores nos seus projectos !!!


http://www.motivo-certo.pt/

Fonte: http://microcimento.blogspot.com/ 

Mediadoras imobiliárias menos confiantes em 2010

De acordo com o último estudo divulgado pela APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal), o ano de 2010 “tem sido percepcionado de forma negativa pela mediação imobiliária”, fruto do quadro de incerteza e do “discurso de austeridade” que tem pautado também este mercado nacional.

Segundo a APEMIP, estes factores têm condicionado a forma como as empresas de mediação imobiliária encaram o futuro, “em linha com a erosão da confiança, tanto de consumidores, como dos demais actores económicos”.

Os principais obstáculos identificados pelas empresas de mediação imobiliária “reportam-se mais à esfera financeira do que propriamente ao actual cenário macroeconómico”, revela esta Associação.

“A dificuldade de obtenção de crédito à habitação e o crescente desfasamento entre o valor de avaliação bancária e o real valor do imobiliário avaliado são os dois maiores obstáculos que não permitem a desejada fluidez das transacções e a concretização de negócios”, aponta.

 Ainda um outro factor que está a contribuir para um ajuste em baixa da forma como as empresas encaram o mercado é a diminuição do poder de compra das famílias, “aspecto indissociável da actual precariedade laboral e de todo um conjunto de medidas de austeridade anunciadas, cuja implementação contribuirá provavelmente para uma nova contracção da procura”.


Segundo o estudo divulgado no Catálogo de Estudos de Mercado, referente a Setembro/Outubro, “as incertezas que caracterizam o presente e o futuro próximo convidam a uma atitude conservadora por parte das empresas de mediação imobiliária”, que expressam reservas quanto ao desempenho da actividade até ao final deste ano.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Novas regras no crédito à habitação: saiba aqui o que vai mudar

Alterações vão exigir maior transparência das instituições de crédito

Crédito à habitação é uma expressão que diz muito a muitos portugueses. Comprar casa com recurso a empréstimos bancários implica um compromisso para quase toda a vida. A partir da próxima segunda-feira, dia 1 de Novembro, estes contratos vão sofrer alterações. As novas regras vão exigir maior transparência das instituições de crédito. Tudo preto no branco.
O que vai mudar?
Em primeiro lugar, os clientes têm direito a efectuar simulações para encontrar o empréstimo que melhor encaixa no seu perfil, através da Internet ou directamente no balcão, passando nesse momento a receber uma Ficha de Informação Normalizada (FIN), o que constitui uma nova obrigatoriedade para as instituições de crédito.
Neste documento, constam todas as informações sobre as condições financeiras do crédito (características e custos), os planos financeiros do empréstimo, introduzindo o conceito de «empréstimo-padrão» (para que o cliente possa comparar alternativas) e informação geral sobre produtos de crédito à habitação comercializado, bem como todos documentos necessários para o empréstimo. O formato da FIN passa a ser igual para todos os bancos.
Depois, no momento da aprovação do empréstimo, os bancos têm de disponibilizar a FIN com as condições aprovadas, com os respectivos prazos de validade, e dar uma minuta do contrato ao cliente. A ideia é que o consumidor possa lê-lo atentamente, ponderando e avaliando decisões, antes de assumir o compromisso. As associações de defesa dos consumidores vêem assim acatadas as suas pretensões.



Chega o momento decisivo: a assinatura do contrato. O cliente deve certificar-se que o documento contém todos os aspectos financeiros definidos na FIN aquando a aprovação. E tem o direito de saber qual o custo do spread (a componente da taxa de juro definida pelo banco quando concede um financiamento) sem os produtos facultativos que poderá subscrever (como cartões de crédito e seguros), para o caso de depois desistir deles.
Deve ainda, sem falta, confirmar a possibilidade de serem alteradas as comissões a receber pelo banco. E, não menos importante, deve ser-lhe dada uma referência clara às situações aplicadas em situação de incumprimento.

Já assinou o contrato? Acaba de «dar o nó» com o banco. A comunicação com a sua instituição de crédito deve ser recorrente e far-se-á pelo menos mês a mês. Os bancos passam a ter de enviar um extracto mensal aos clientes com a actualização sobre o capital em dívida; com o número, a data de vencimento, o valor e a taxa de juro nominal da próxima prestação; com o escalão e o montante de bonificação de juro, caso seja aplicável, da próxima prestação; e ainda com as comissões e despesas a pagar pelo cliente na prestação seguinte.



Se houver uma eventual alteração da prestação a pagar, por causa da variação da taxa aplicada (Euribor a três meses, por exemplo), o cliente deve ser informado com pelo menos 15 dias de antecedência.
Esclareça todas as suas dúvidas sobre as novas regras através da leitura da brochura «Crédito à habitação. Contratar, reembolsar e renegociar o seu empréstimo», disponível no Portal do Cliente Bancário

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bancos ponderam aumentar "spreads" nos créditos

Perspectivas das instituição bancárias foram hoje comunicadas ao Banco de Portugal.



Se conseguir um crédito por estes dias já é difícil, pior vai ficar até ao final do ano. É isso que os cinco maiores bancos portugueses perspectivam, no inquérito divulgado hoje pelo Banco de Portugal.

O sinal já está dado no aumento dos "spreads" e das restrições na concessão de crédito tanto às famílias como às empresas, que o sentiram no terceiro trimestre deste ano.



A maior restrição foi, no entanto, para as empresas, independentemente da sua dimensão e da duração dos empréstimos e assim deverá manter-se neste último trimestre com os cinco maiores bancos a anteciparem critérios mais apertados.

Já para os empréstimos a particulares, para compra de casa, perspectiva-se um ligeiro aumento das restrições. Nos créditos ao consumo os critérios devem manter-se como estão.

A justificar, os bancos citam a deterioração das condições de acesso ao financiamento de mercado, a posição de liquidez das instituições e, em menor grau, o custo de capital e a percepção de riscos.

A crise de dívida pública, mantém também o mercado de financiamento externo fechado para os bancos portugueses, o que resulta num agravamento dos custos de financiamento da banca.

Para este trimestre é de esperar um agravamento dos "spreads", sendo que os bancos acreditam que os pedidos de empréstimos para compra de casa vão diminuir.

http://www.motivo-certo.pt/
Fonte: Rádio Renascença

Apartamento T2, na Tapada das Mercês - Excelente Oportunidade

Apartamento estimado, próximo de escolas e da estacão da CP.


Hall de 6,72 m2, tecto falso.
Sala de 20 m2,pavimento em cerâmico e uma varanda comum a um dos quartos de 1,5 m2.


Cozinha de 11 m2, móveis lacados a branco, bancada em granito e uma despensa de 1 m2.


 Quartos de 11 m2 e 14 m2, roupeiros de 2 e 3 portas, pavimentos em lamparquet



 Casa Banho de 4,80 m2, móvel, lavatório e banheira.
Hall de quartos de 4,5 m2.
Arrecadação.

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http://www.youtube.com/watch?v=znyDupvXZGM

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Apartamento T2, em Condominio Fechado - Algueirão - Sintra

Apartamento em condomínio fechado em excelente estado de conservação.

Sala de 26 m2, pavimento em cerâmico, varanda de 8,69 m2 comum á cozinha.


Cozinha de 12 m2, móveis em faia, placa, forno, combinado, máquina de lavar roupa e loiça, bancada em granito e uma despensa.


Quartos de 13 m2 e 17,22 m2, um deles com roupeiro de 3 portas em carvalho, varanda de 8 m2 comum e pavimento em flutuante.



Garagem de 31 m2.
Hall de 12 m2, tecto falso em madeira.
Casa Banho de 4,90 m2, janela, móvel, lavatório e banheira com resguardo.
*Aquecimento central.
*Aspiração central.
*Porta blindada.
*Video porteiro.